Menorca: quatro praias de cair o queixo

Macarella e Macarelleta, Menorca

1. Macarella. Praia de mar azul turquesa tranquilo onde os cheios-da-grana da Europa ancoram seus barcos para dar uma mergulhadinha. Macarella, que fica no sul de Menorca, reserva ainda outra praia dos deuses: Macarelleta, um paraíso escondido na terra! Veja o post completo de Macarella e Macarelleta neste link aqui.

Cala en Porter

2. Cala en Porter. Pequena vila localizada no sul de Menorca com boa estrutura de restaurantes, bares e lojas. É uma opção bacana para famílias com crianças pequenas se hospedarem, já que não é tão movimentada quanto outras praias mais populares da ilha. Clique aqui para ver o post especial sobre Cala en Porter!

Cala Morell, Menorca

3. Cala Morell. É uma enseada pequena que também faz parte do time de belezuras do sul de Menorca. Mede só 80 metros de comprimento e 50 de largura, mas nada a impede de ser uma praia de tirar o chapéu (o óculos, o chinelo e cair na água!). O visú diferenciado fica por conta das rochas e falésias que emolduram a baía. Confira aqui mais cliques de Cala Morell.

Cala Torta

4. Cala Torta. Ela é vizinha da Playa de Cavalleria, uma das praias mais populares do norte de Menorca, mas não fica em segundo plano. Os nuances de azul e verde do mar contrastam com a terra vermelha da costa e formam uma paisagem super colorida. Saiba mais sobre Cala Torta e Playa de Cavalleria clicando aqui

Paris 6: Restaurante francês em São Paulo

Paris 6 Restaurante São Paulo

Eu teria desistido de conhecer o Paris 6 se tivesse dado ouvido aos comentários que li sobre ele na Internet: “ambiente cafona, fila infernal, atendimento a desejar, preço caro”. À parte da demora de meia hora na fila (o que é de se esperar de um lugar que está na boca do povo – inclusive na boca do jogador Sheik, já que foi lá que ele deu o tal selinho no amigo), não encontrei nada dos outros mimimis. Não sei se os reclamões da Internet não tiveram sorte ou se são móóinto exigentes mesmo, só sei que eu tive uma experiência maravilhosa no restaurante!

Como o próprio Paris 6 se rotula, ele é “mais do que um restaurante, é um ponto de encontro”. Encontro de ricos e famosos e de gente como a gente. É um restaurante que funciona 24 horas por dia, serve café da manhã, almoço, lanche e jantar e honra o que traz no nome: tem decoração de bistrô parisiense, toca música em francês e tem no cardápio clássicos franceses (entre um e outro prato de outra nacionalidade).

O grande barato do Paris 6 (e, por incrível que pareça, motivo de muitas críticas) é o seu menu inspirado em artistas que frequentam a casa. As receitas são criações das próprias celebs em conjunto com o restaurante e levam o nome dos seus criadores. Isso quer dizer que no Paris 6 você pode comer a “Luana Piovani”, o “Bruno Gagliasso” ou o “Marcelo Adnet”, por exemplo. Eu, no caso, dividi a “Suzana Vieira” com meu namorado de entrada, jantei o “Dalton Vigh” de prato principal e, pra fechar, pedi o “Marcos Pasquim” de sobremesa. Não é puro bom humor?! Os pratos são bem servidos e a comida, como diriam os franceses, délicieux!

E estava tudo tão délicieux que ficamos nada menos do que cinco horas no Paris 6 comendo, bebendo e rindo um bucado… Ai ai, já saudades! É certamente um lugar que eu recomendo pra quem quer mais do que só sair para comer.

O Paris 6 fica na Rua Haddock Lobo, 1240, no bairro Jardim Paulista. Ah! E para a alegria dos cariocas o restaurante inaugurou no ano passado, 2013, uma filial no Rio. Sortudos!

Veja outra sugestão de restaurante em Sampa que conheci: D’olivino

Subir a Torre Eiffel pelas escadas. Como é?

Torre Eiffel pelas escadas

Que me perdoem o Big Ben, a Estátua da Liberdade ou o Burj Khalifa, mas a Torre Eiffel, símbolo emblemático de Parrí, é indiscutivelmente a silhueta mais cobiçada do mundo. Quase 7 milhões de pessoas visitam a ‘Dama de Ferro’, como dizem os parisienses, por ano. Quem, em uma pernada pela cidade, não sai a procura dela no horizonte? Todo mundo quer uma lasquinha: quer ver, tocar, subir, fotografar…

O que nem todos sabem, porém, é que a “experiência Torre Eiffel” pode ser ainda mais, digamos, íntima. Quem quiser pode explorá-la por dentro, percorrendo os seus cantinhos mais secretos. É a possibilidade de subir a Torre pelas escadas que levam do chão ao 2° andar.

Torre Eiffel pelas escadas

São ao todo 704 degraus em lances de escada em zig zag que, a cada curva, desvenda ângulos únicos da cidade luz.

Torre Eiffel pelas escadas

Além desse tour diferenciado que só quem dispensa o elevador tem, subir a torre na panturrilha tem outras vantagens bem vindas:

Torre Eiffel pelas escadas

Depois de atingir o 2° andar (e constatar que os pulmões estão em dia), pegue o elevador até o 3° e aprecie Paris lá de cima. No intervalo entre as subidas e descidas, aproveite as atrações de cada andar, que vão de restaurantes e loja de souvenir a museu e cinema. Dica: no 3° andar, gaste € 12 sem culpa na Champanheria e brinde sua chegada ao topo da Torre na maior elegância. Santé!

Veja outras dicas de Paris no post Roteirão: 4 dias em Paris!

Uma cidadezinha palaciana chamada Potsdam

Já contei uma vez aqui que Berlim não foi uma cidade que me cativou, mas uma coisa eu preciso reconhecer: ela me reservou três boas surpresas pelo caminho. Entrar sem querer no Oktoberfest da cidade achando que era uma exposição, por exemplo, foi uma delas. Descobrir o endereço de um Campo de Concentração horas antes de deixar a cidade foi outra e a terceira foi saber da existência de Potsdam, uma cidadezinha palaciana a 45 minutos de trem dali digna de um bate-volta.

Era o meu penúltimo dia em Berlim quando fui conhecer Potsdam acompanhada de duas amigas que fiz no albergue: uma coreana e uma alemã que, por sinal, não batia muito bem das ideias. Mesmo assim, lá fomos nós passar o dia na cidade que um dia havia sido a residência dos reis da Prússia.

Essa herança real transformou Potsdam em um verdadeiro complexo palaciano com 150 edifícios históricos que, juntos, receberam o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. Palácios, jardins, praças e monumentos erguidos entre 1730 e 1916 enfeitam a cidade e deixam um clima nobre no ar, dando a impressão de que a qualquer instante você vai se deparar com um rei e uma rainha acenando de uma sacada.

Quando chegamos na cidade, descemos na estação e logo cruzamos a pé o imponente Nauener Tor, um dos três portões de entrada de Potsdam. Ele foi erguido em 1755 e é considerado o primeiro modelo de arquitetura neo-gótica inglesa a ser construído na Europa. Hoje ele é um importante ponto de encontro do povo local e da turistada, que lota rapidinho os restaurantes com vista para ele.

Potsdam

Pertinho dali passamos pelo Holländisches Viertel, o Bairro Holandês de Potsdam. Cerca de 150 casas de tijolos vermelhos em estilo tipicamente holandês tomam quatro quadras da cidade e agradam tanto moradores quanto visitantes. Construídas entre 1734 e 1742 por holandeses convidados a ajudar no desenvolvimento da cidade, são hoje um centro de compras e de cafés e barzinhos aconchegantes. Como não gostar desse lugar?!

Potsdam

Igrejas protestantes, católicas e ortodoxas também compõem o cenário de Potsdam. Quando passei por esta da foto, o sino tocava e dela saía um casal de pombinhos recém casados… Omg! S2

Potsdam

A caminhada nos levou até o Parque de Sanssouci (pronuncia-se “Sansucí”), a maior atração de Potsdam e o principal motivo do nosso bate-volta. Lá fica o Schloss Sanssouci, o Palácio de Sanssouci, antiga residência de verão do Rei da Prússia Frederico, o Grande. Ele queria um local para relaxar e plantar suas ameixas, figos e uvas em paz. O encantamento dele com o lugar era tanto que deu ao Castelo o nome de Sanssouci porque, em francês, significa “despreocupado”. Que bom humor!

Potsdam

O Palácio foi construído entre 1745 e 1747 em estilo Rococó e nem é tão grande assim, tem apenas dez cômodos. O que realmente impressiona está nos arredores do Palácio: jardins enormes, bosques, estátuas e fontes, comparados inclusive com o Jardim de Versalhes, na França.

Potsdam

Potsdam

Potsdam

Potsdam

Potsdam

Após a construção do Palácio de Sanssouci, outros prédios foram erguidos a pedido do Rei em uma área total de 290 hectares. A Chinesisches Haus, Casa Chinesa, foi um deles. Ela foi construída como um pavilhão para enfeitar o jardim e a horta do Parque, mas depois serviu como espaço para pequenos eventos sociais.

Potsdam

O Neues Palais, Novo Palácio, é a obra mais majestosa do Parque. Foi construído entre 1763 e 1769 para comemorar o sucesso da Prússia na Guerra dos Sete Anos e nunca se tornou residência oficial do Rei, era usado apenas para receber membros da realeza e personalidades importantes. Este Palácio, sim, foi erguido com mais de 200 cômodos em mármore e pedras. Quem pode, pode!

Potsdam

Moinho de Ventos também é outro destaque do Parque de Sanssouci. No momento que passávamos por lá, um artista todo trabalhado na vestimenta antiga tocava flauta e aumentava ainda mais a pompa do lugar. Que produção! Adoro…

Potsdam

Como chegar em Potsdam?
Pegar o trem suburbano da rede S-Bahn na Estação Central de Berlim (Berlin Hauptbahnhof) sentido Potsdam.

Mais uma curiosidade de Potsdam: Studio Cinematográfico de Babelsberg
Em Potsdam também fica o maior e mais antigo parque cinematográfico da Europa, o Studio Babelsberg. Lá foram produzidos mais de 3 mil filmes para cinema e televisão. De março a outubro é aberto à visitação. Vale inserir no roteiro!

Dez cidades europeias que você não sabia que existiam – por tripadvisor

O site tripadvisor divulgou dias atrás uma lista com dez cidades pouco conhecidas na Europa que merecem um close no mapa. São aqueles lugarzinhos charmosos, pitorescos, que não estão nos roteiros convencionais, mas que acabam se tornando a parte mais especial de uma viagem quando descobertos, sabe? Olha só que achados:

*Fotos da Internet.

1. Cesky Krumlov - Região da Boêmia, República Checa

Cesky Krumlov

Essa cidadezinha localizada no sul da República Checa foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1992. Ruelas medievais, torres, praças e um grande castelo no topo de um morro dão a impressão de estar num século bem distante. O rio Vltava parece abraçar a cidade criando uma geografia completamente diferenciada. Como uma boa cidade checa, também conta com uma cervejaria própria, a Eggenberg.

2. Annecy - Alpes, França

Annecy

Annecy é conhecida como Veneza francesa ou Veneza dos Alpes. É fácil entender porque com estes canais cortando a cidade histórica. Ela fica na região dos Alpes do Reno no sudoeste da França e tem um belo castelo e uma catedral pra chamar de sua. No verão, as principais atividades estão ligadas à prática de esportes aquáticos no lago Annecy. Dizem as boas línguas que amantes de queijos se fartam nos seus restaurantes regionais. Nhãm!

3. Polperro - Cornualha, Inglaterra

Polperro

Polperro é uma vila de pescadores localizada no sudoeste da Inglaterra. A vila desemboca num pequeno porto e é famosa por seus frutos do mar. Parece que pedir um sanduba de caranguejo em um café de frente pro mar disputa lugar com outras atividades da vila, como visitar o museu ou desbravar as trilhas que levam até as praias maravilhosas e quase sempre vazias.

4. Sintra - Portugal

Sintra

Eu nunca estive em Portugal, mas de Sintra eu já tinha ouvido falar, ora pois! A cidadezinha fica a menos de uma hora de trem de Lisboa, então pode ser uma boa opção de bate-volta em uma viagem a capital. Sintra oferece um conjunto impressionante de construções majestosas consideradas “verdadeiras relíquias arqueológicas”. Três palácios, um castelo, jardins reais e um centrinho histórico preenchem muito bem a agenda do viajante que for pra lá.

5. Dolceacqua - Ligúria, Itália

Dolceacqua

Mais uma cidadezinha medieval entra pra lista de riquezas europeias escondidas no mapa: Dolceacqua. Esta vila italiana (que tem só 20 km²) é dividida em duas parte: a parte antiga chamada ‘Terra’ e a mais nova chamada ‘Borgo’, construída a partir do século 19. As duas aldeias são ligadas por esta ponte de pedra que aparece na foto e que leva até ruelas estreitas, restaurantes rústicos e lojinhas de artesanato. O Castelo de Dolceacqua é a principal atração vila.

6. Bonifácio - Córsega, França

Bonifácio

Bonifácio tem um visual único! É a uma cidade construída no alto de falésias no extremo sul da ilha de Córsega. Encarar um passeio de barco no verão pode ser tumultuado, mas só assim se consegue a melhor vista da cidade, além de chegar até grutas belíssimas mar adentro. Se a vista do lado de fora da cidade impressiona, a de dentro aconchega: ruas apertadas, sacadas floridas e restaurantes charmosos são de encher os olhos.

7. Trogir - Croácia

Trogir

Trogir é uma cidade muito antiga da Croácia, data de 2 mil a.C.! Com 4 mil anos de história, não podia ser diferente: Trogir foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1997. Perder-se nessas ruazinhas de pedra deve ser uma delícia! A Catedral de São João, o Palácio Ducal e a Fortaleza Carmelengo são alguns de seus must-sees. Chegar lá não é difícil, Trogir fica a apenas 25 km da cidade de Split.

8. Gruyères - Suíça

Gruyères

Desculpa pela redundância, mas Gruyères é uma cidadezinha suíça impecável. Canteiros floridos, relógios e canivetes nas vitrines, queijos e framboesas nos cardápios, um castelo e natureza generosa nos arredores. Esta foto mostra a rua principal de Gruyères e a proibição para carros e ônibus entrarem na cidade sendo cumprida. Uau…

9. Valldemossa - Maiorca, Espanha

Valldemossa

Valldemossa é uma pequena vila de Maiorca, uma das quatro Ilhas Baleares. Fica localizada a 30 km da capital Palma entre o pé da Serra de Tramontana e o mar mediterrâneo. Cerca de dois mil sortudos habitam a vila, considerada uma das mais bonitas da ilha. Apesar de ter um monastério construído no século 13 como principal atração, suas ruas íngremes e cheias de verde disputam igual atenção dos visitantes. Becos escondem padarias tradicionais, mesinhas de cafés dividem as calçadas e lojinhas de souvenir convidam qualquer pedestre para uma paradinha gostosa.

10. Hallstatt - Áustria

Hallstatt

Tratando-se de Áustria, já dá para saber que o lugar vai ser lindo. E é! Hallsatt é um vilarejo daqueles dignos de papel de parede de computador. Fica entre os Alpes cobertos de neve e um lago e o único jeito para chegar até lá é, adivinha? De barco. A cidadezinha abriga a mais antiga mina de sal do mundo, um lugar bacana pra visitar. Como o lugar é bem pequeno, um bate-volta é suficiente pra desbravar cada cantinho especial da vila.

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