Hotel review: Brasília Palace

Como contei no post anterior (what?! você não leu? clica aqui!), neste último fim de semana estive em Brasília pra assistir a decisão do 3º lugar da Copa do Mundo. Saudações laranjas, aliás ¬¬. Fiquei hospedada no Brasília Palace Hotel de sábado pra domingo e, apesar da correria (deixa mala no hotel / sai pra turistar / volta pra fazer check-in / sai pro jogo / volta do jogo / sai pra comer alguma coisa / volta / dorme 2h / vai embora), consegui ver um pouquinho de tudo que o hotel tem de bom.

O Brasília Palace foi projetado por ninguém menos que Oscar Niemeyer e foi fundado em 1958 por Juscelino Kubitschek. Em frente ao hall de entrada a réplica de um carro antigo utilizado pelo Presidente enfeita a varanda (ops! não tirei foto). Outros toques de antiguidade também podem ser vistos na recepção do hotel, como poltronas do tempo do êpa e um telefone amarelo ovo daqueles que disca girando em bom funcionamento.

Os detalhes clássicos param por aí, porque o resto do hotel é bem moderno e novo. Quarto e banheiro amplos e com padrão executivo, área de lazer com uma piscinona e, pra fechar, acesso à margem do Lago Paranoá. Pena ter ficado tão pouco…

Falando nisso…

Por ajudinha do destino, o Brasília Palace também hospedou a seleção brasileira neste mesmo fim de semana. Chegando no hotel já era fácil notar um movimento diferente rolando por ali. Carros de polícia, fãs fazendo vigília na grade, jornalistas entrando ao vivo aos montes e bandeira da Fifa hasteada junto com a do Brasil. Toda vez que chegávamos no hotel de táxi nosso carro era tomado de meninas ao redor pedindo #peloamordedeus pra entrar junto com a gente. No mínimo curioso!

Lá dentro, a área onde os jogadores e a equipe técnica circulavam foi isolada, então a chance de vê-los perambulando era mínima. Só o Dante que foi visto perdido na recepção… Qualquer semelhança com o jogo contra a Alemanha não é mera coincidência rss. O único momento que pudemos vê-los sem nenhuma barreira foi quando eles deixaram o hotel a caminho do estádio. Num corredor de vidro eles passaram um a um e a gritaria rolou solta – como se por um momento todo mundo tivesse esquecido do jogo humilhação. Vou dedar aqui… Só o Neymar acenou pra galera. Todo o resto passou reto sem mexer um músculo pra mandar oi. Até tu, David Luiz?!

Bom, nem preciso dizer que eu trocaria tudo isso por ter assistido da televisão de casa o Brasil jogar a final, né? Mas já que não foi assim, ficam as risadas, a tietagem meio que de mentirinha (do tipo “beleza, já que estou aqui vou viver…”) e os bons momentos dessa experiência toda.

De Brasília, ainda vai vir um post mostrando o que conheci por lá nessa minha viagem relâmpago. Até pessoal!

Brasil x Holanda. Eu fui!

Copa do Mundo 2014 Brasil e Holanda

É…. Deu Holanda. Depois do indigesto 7×1, o 3×0 foi pra passar a régua e fechar a conta. Quem diria que o futebol seria a nossa maior vergonha na Copa em casa? E quem diria que os outros medos reais que o país tinha em receber o Mundial, como o transporte, a organização do evento e a segurança, seriam aprovados pelos visitantes? Inimaginável! Esta pesquisa aqui da Datafolha comprova isso tudo. Pois bem… Por mais incrível que pareça, apesar do nosso futebol não ter feito bonito, o país fez e portanto temos do que nos orgulhar.

Bem antes de sabermos disso tudo, eu já começava a me preparar pra assistir a Copa no Brasil. Desde quando foi aberta a primeira fase de sorteio de ingressos em agosto de 2013 eu já estava na corrida por uma entrada. Entrei nos três sorteios, não consegui nenhum. Em março, assistindo ao jornal Bom Dia Brasil, soube que naquele próximo dia seria aberta a venda de ingressos direta pelo site da Fifa. Exatamente às 7h no horário de Campo Grande eu cliquei pra fazer a compra. Entrei numa fila virtual e depois de 1h e meia finalmente consegui garantir meu ingresso. Ufa! Eu ia ver a Copa no Brasil.

A escolha do jogo foi às pressas. As partidas que tínhamos listado como preferência já estavam esgotadas e os 15 minutos cravados para preencher todos os dados da compra não davam tempo para muito raciocínio. Fui pelo jogo em fim de semana, numa cidade próxima à minha e que provavelmente teria bons times em campo. A decisão do 3º e 4º foi a partida escolhida e, por sorte – ou azar, acabou sendo jogo do Brasil.

Teve gente que, depois da lavada Brasil e Alemanha, chegou a me perguntar “Você ainda vai”? Ingressos suados, hotel e passagens compradas e a chance de assistir a uma Copa do Mundo? É claro que eu vou! E lá fui eu para Brasília ver nossos meninos jogarem contra Robben e companhia. Como boa brasileira eu estava esperançosa numa vitória, mas como sabemos o resto da história não foi nada assim. Já começamos perdendo com um golzinho maroto no segundo minuto do primeiro tempo. Feio! Apesar disso, nem esse e nem o segundo gol desanimaram a mim e ao resto da torcida do estádio. Era ôla indo e vindo, “eu sou brasileirooo…” e tudo mais. Foi só no terceiro gol literalmente aos 45 do segundo que o Mané Garrincha brochou e a vaia veio à tona. Triste fim pra Copa no país.

O quarto lugar, claro, não foi nada bom, mas a experiência de viver uma Copa do Mundo foi única! Muita vibração, estádio pulsando, nações se encontrando, festa nas ruas… Desse dia vou levar só as boas emoções.

Copa do Mundo 2014 Brasil e Holanda

No próximo post vou mostrar o hotel que fiquei em Brasília que, por coincidência, foi o mesmo da nossa seleção.

Paris 6: Restaurante francês em São Paulo

Paris 6 Restaurante São Paulo

Eu teria desistido de conhecer o Paris 6 se tivesse dado ouvido aos comentários que li sobre ele na Internet: “ambiente cafona, fila infernal, atendimento a desejar, preço caro”. À parte da demora de meia hora na fila (o que é de se esperar de um lugar que está na boca do povo – inclusive na boca do jogador Sheik, já que foi lá que ele deu o tal selinho no amigo), não encontrei nada dos outros mimimis. Não sei se os reclamões da Internet não tiveram sorte ou se são móóinto exigentes mesmo, só sei que eu tive uma experiência maravilhosa no restaurante!

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Hotel review: Porto Pacuíba (Ilhabela/SP)

Porto Pacuíba Hotel Ilhabela

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24 horas em Ilhabela

Dicas Ilhabela

1 dia e nada mais. Esse foi o tempo que tive pra conhecer Ilhabela durante a minha viagem de fim de ano pro litoral norte paulista – já viu o post das outras praias? Tão pouco tempo pra um lugar tão gostoso!! O motivo de ter curtido tanto? Ilhabela une o melhor dos dois mundos: natureza exuberante e infraestrutura de primeira. Não tem como não gostar… O bom é ter saído de lá com a promessa de um dia voltar…

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