Ofertas para viajar no reveillon 2016!

Ei você que ainda não decidiu aonde vai passar o seu fim de ano, a CVC recém lançou pacotes promocionais pro Brasil e pro exterior. Alguns têm passagem incluída, outros não. Por ser alta temporada, tipo creme-do-verão, achei o pacote pra Fortaleza bem tentador! As ofertas são válidas até a próxima sexta-feira, dia 27 de novembro. Dá só uma olhada:

Fim de Ano 2015! Rio de Janeiro (Reveillon): Hospedagem/Café da manhã Por: R$ 998
Validade: 27/11

Fim de Ano 2015! Fortaleza (Reveillon): Passagem aérea/Hospedagem/Café da manhã/Traslado/Passeio Por: R$ 2248
Validade: 27/11

Fim de Ano 2015! Nova York (Reveillon): Passagem aérea/Hospedagem/Café da manhã Por: R$ 6264
Validade: 27/11

Fim de Ano 2015! Orlando (Reveillon): Passagem aérea e Hospedagem Por: R$ 5287
Validade: 27/11

Conheça Amman, a capital da Jordânia

Amã Jordânia

Amman (ou Amã), capital da Jordânia, é uma cidade geralmente considerada pouco interessante para o turismo. Basta ler os conselhos dos guias de viagem para evitá-la, não porque seja perigosa ou apresente algum problema concreto, mas por ter pouco a oferecer ao viajante. Opiniões… Aqui, as impressões são outras.

É na capital jordana que está o núcleo histórico do país, com vestígios que remontam à era romana. Apesar dos mais de quatro milhões de habitantes vivendo aglomerados em subúrbios e da aparência nada jovem, a cidade tem sim as suas riquezas e pode ser um destino muito agradável de ser explorado.

Amã Jordânia

Os encantos de Amman

Amman tem tudo para proporcionar dias de boas descobertas. É uma cidade que se deve explorar aos poucos, sem pressa. Apesar de possuir grandes atrações, como a Mesquita do domo azul turquesa ou o Museu Arqueológico, são os pequenos detalhes que contam: o mercado de rua que se encontra ao virar a esquina, a barraquinha de venda de sucos e batidas de frutas, a cafeteria com varanda para o burburinho da avenida e, sobretudo, as pessoas.

Amã Jordânia

Amã Jordânia

O povo de Amman é carinhoso, amigo e faz questão de agradar o estrangeiro e demonstrar a tradição milenar da hospitalidade jordana. É uma sociedade onde o visitante é considerado membro da família tamanha a atenção que dão ao viajante! Com esta boa recepção, fica ainda mais agradável explorar os recantos da cidade e usufruir da sua vista de mais de mil metros de altitude.

Um bom horário para perambular pela cidade é durante a chamada diária de oração islâmica, quando os minaretes (torres das mesquistas) espalhados pela cidade soltam um som mágico que enche o ar de espiritualidade convocando os islâmicos a rezar. Outro passeio que vale a pena fazer com calma é a visita às ruínas romanas, com destaque especial para o imenso Anfiteatro Romano, onde os locais vão para trocar um dedo de prosa ou namorar.

Amã Jordânia

E se der vontade de sair um pouco deste banho de Oriente Médio e respirar um ar mais ocidental, é só procurar a Rainbow Street, uma rua com cafés ao estilo europeu, livrarias com obras em inglês e pequenas galerias de exposições. É um centro vibrante de cultura, arte e pensamento.

Cuidado com os táxis

Usar táxi em Amman é quase sempre um problema. Apesar do valor baixo, é certo que o turista não vai escapar de pagar um preço diversas vezes mais alto do que pagaria um local. Por isso, acerte o valor antes de entrar no carro. É bem provável que tenha que usar este meio de transporte entre o aeroporto e o centro da cidade e quando fizer passeios de dia inteiro – para te levar até as estações de aluguel de carro.

Fora da cidade

Para conhecer os arredores de Amman há a opção de usar transporte público ou de alugar um carro – uma vez fora da periferia e do tumulto da cidade grande, as estradas são excelentes e o trânsito reduzido.

Em um dos dias pode-se fazer um bate-volta para Ajloun e Jerash. Comece o dia cedo porque há muito o que ver! Ajloun é uma cidade genuína com um belo castelo do século XII onde poderá passar parte da manhã antes de seguir de carro para Jerash. Já no segundo destino, você estará perante uma cidade romana de dimensões consideráveis onde poderá se perder até o pôr-do-sol. Só tenha cuidado para não perder o último carro de volta para Amman!

Outra opção para sair da cidade grande é passar um dia em Salt, uma cidadezinha que se chega facilmente de carro e que oferece um roteiro incrível. O turismo lá é muito bem organizado: existem percursos pedestres que conduzem o visitante através dos pontos mais significativos da cidade. Quando chegar procure o posto turístico para pegar informações sobre os principais destaques.

Como chegar e melhor época para viajar

Para encontrar os melhores voos para a Jordânia poderá consultar a Rumbo. Considere que poderá combinar uma viagem à Jordânia com uma visita à Israel. A fronteira entre ambos os países é muito simples de cruzar.

A melhor época para visitar é após o verão, quando o calor mais intenso já passou e os dias ainda são bem ensolarados e com céu azulão.

texto e fotos | Ricardo Ribeiro

Vai pra Lisboa? Use e abuse dos cartões de desconto

Quem visita Lisboa, a capital de Portugal, tem a opção de adquirir dois cartões que são uma mão na roda pra curtir a cidade: o Lisboa Card e o Lisboa Eat & Shop. Criados pela Associação de Turismo da cidade, eles dão acesso livre ou descontos em atrações turísticas, transporte, comes e compras. Bacana, né?

Lisboa Card

O Lisboa Card dá acesso livre aos transportes públicos (ônibus, metrô, bondes, elevadores e comboios com ligação a Sintra e Cascais); entrada gratuita em 25 museus, monumentos e outras atrações turísticas; e descontos de 5 a 50% em outros pontos e serviços de interesse turístico ou cultural da cidade. Exemplos do que é free? A Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerônimos e o Museu Nacional dos Coches. Neste link aqui dá pra consultar todas as atrações e o desconto que o cartão dá a cada uma delas.

Quanto custa?

Adultos
24h – 18,50 euros
48h – 31,50 euros
72h – 39,00 euros

Crianças (4 a 15 anos)
24h – 11,50 euros
48h – 17,50 euros
72h – 20,50 euros

Lisboa Eat Shop

Já o Lisboa Eat & Shop dá ao usuário 72 horas de descontos em mais de 100 lojas (de artesanato, antiguidades, artigos de viagem, moda e calçados) e em mais de 30 restaurantes, incluindo as tradicionais casas de Fado, que unem a gastronomia local com apresentações ao vivo deste gênero musical que é a cara de Portugal. Aqui você encontra a lista com todos os estabelecimentos e descontos.

Quanto custa?

72h – 6,00 euros
… ou 3,00 euros quando comprado com o Lisboa Card :)

Onde comprar?

Ambos os cartões podem ser comprados pelo site www.askmelisboa.com ou nos postos de informação turística da cidade. Só não economiza quem não quer!

Como foi a minha experiência no Outback, o deserto da Austrália

Outback

Antes mesmo de sair do Brasil em 2008 em busca do meu sonho de conhecer a Austrália, eu já tinha esta foto planejada na cabeça: céu azul, terra vermelha, o Uluru ao fundo e a sola do meu boot em primeiro plano. Enquanto um amigo que fiz na viagem seguia minhas coordenadas pra bater a foto da minha vida, eu suspirava e sorria por dentro ao me dar conta de que tinha chegado lá. O “lá” era o Outback, o coração da Austrália. Ele representava o ápice da minha viagem tão desejada e planejada pelo país.

O Outback é o deserto australiano e toma conta de dois terços do território nacional. É um ambiente quente, inóspito, com todos aqueles animais peçonhentos que você pode imaginar – cobras, lagartos, escorpiões. É uma das paisagens mais antigas do mundo, com rochas gigantescas formadas há cerca de 800 milhões de anos. Além disso, a região guarda ainda a história e a magia do povo aborígene, os indígenas da Austrália, que chegaram lá há 40 mil anos e até hoje permanecem.

Era dia 19 de dezembro de 2008 quando desembarquei no aeroporto de Alice Springs depois de pouco mais de duas horas de voo de Cairns. Alice Springs é a principal cidade do Outback e ponto de partida para os passeios no chamado Red Centre, a região onde ficam as principais atrações do deserto. Eu e outras centenas de bravos mochileiros chegavam pra enfrentar a imensidão vermelha nos próximos dias. Do aeroporto literalmente no meio do nada, peguei o ônibus até o meu albergue no centro da cidade cheia de expectativa.

Outback

Com a mochila guardando minha cama no quarto, saí pra bater perna à tarde pela cidade, já que a excursão de três dias no deserto só partia na manhã do dia seguinte. Circulei a pé pelas ruas empoeiradas e pacatas, entrei numa galeria de artes, num bar com portas do estilo faroeste e aborígenes assistindo TV, tomei duas Foster´s (cerveja de lá) e voltei pra “casa”. À noite, jantei carne de canguru num restaurante se não me engano à luz de velas. Se a carne estava boa? Uma delícia! Contei em detalhes aqui.

O Roteiro

Manhã do dia 20. Era bem cedinho, quase escuro, quando eu caminhava para um outro albergue de onde sairia o ônibus da excursão. Outros vários viajantes também estavam lá, assim como uma fila de ônibus. Distribuídos em grupos, lá fomos nós! Já na estrada, a paisagem plana e árida se repetia a cada quilômetro rodado. No caminho, vi canguru saltando longe, o posto de gasolina sem teto mais solitário da história e banheiros identificados com todo o jeito australiano de ser – eles têm um vocabulário próprio, clica só aqui pra ver!

Depois de uma primeira parada inusitada pra andar de camelo (quer saber como foi?), visitamos as Kata Tjuta (ou Olgas), um conjunto de 36 rochas enormes numa caminhada absurdamente quente de três horas. Placas alertando sobre o calor extremo e a necessidade de tomar água pra sobreviver estavam por todo o percurso. As famosas moscas do verão australiano zanzando pelo rosto também nos acompanharam durante toda a trilha. Bem feito pra quem como eu não quis aderir à moda deserto e usar chapéu com telinha. Recomendo à todo custo! Moscas à parte, tudo valia a pena no meio daquela grandiosidade!

Com o dia se aproximando do fim, chegamos a tempo de pegar o pôr do sol colorindo o Uluru (ou Ayers Rock), o principal símbolo do Outback e um dos ícones da Austrália. Lá estava ele, majestoso e único, fazendo valer o título de maior monólito do mundo e de uma das maravilhas naturais do planeta.

Outback

A primeira noite no deserto chegou e com ela nossa primeira madrugada dormindo em sacos de dormir debaixo das estrelas. Sabe-se lá que bichos passaram do nosso lado na escuridão…

Outback

Dia 2, 21 de dezembro. Pulamos cedo do acampamento rumo ao Uluru, desta vez pra explorá-lo de perto. Caminhamos os 9,4 quilômetros que circundam a base da grande rocha. A cada curva, uma surpresa: cavernas com desenhos aborígenes, incríveis oásis de água no meio da rocha e um silêncio nada perturbador.

Já à noite, no segundo acampamento, mais um encontro com o céu estrelado. Desta vez, armei minha cama em cima do trailer das bagagens pra ficar longe das formigas – elas gostam de me causar uma reaçãozinha alérgica nada básica. A noite longe de todo mundo foi ainda mais especial!

Terceiro e último dia. Mais caminhada pelas paisagens desérticas… O cenário foi o Kings Canyon, uma série de paredões laranjados e super altos de onde se tem uma vista incrível do Outback. Um horizonte pra nunca se esquecer!

Deixei o Outback cheia de alegria e ele nunca mais deixou meu coração. ♥

Minha história de viagens contada no Midiamax

Clipping TDE - Site Midiamax Setembro 2015

O site de notícias Midiamax, de Campo Grande/MS, publicou uma matéria contando como surgiu a minha paixão por viagens. Na entrevista, falei desde a minha saída do Brasil em 1999, passando pela viagem de mochila de 8 meses em 2008 até a criação deste blog. Eu adorei o resultado! Quem quiser acessar a matéria, é só clicar aqui.

Na seção clipping do blog, você também encontra outras publicações na mídia envolvendo as minhas viagens. Até mais! ;)

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