Viajantes para seguir no Instagram #2

Depois do Viajantes para seguir no Instagram #1, que trouxe sugestões de quatro brasileiros que dividem com seus seguidores fotos dos lugares onde vivem ou visitam, preparei este post aqui com dez novos perfis para nos inspirar, agora todos internacionais. Só fotos de babar!

Viajantes para seguir no Instagram

1) O Ryan do @pausethemoment tem fotos mega coloridas e vibrantes! Seu estilo de viagem é jovem e aventureiro, mas não por isso se hospeda mal. Ele e a sua namorada passam muito bem por onde ficam, obrigado.

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2) A Liz do @youngadventuress é uma americana que tomou gosto por viagens ao 16 anos. Hoje, aos 26, depois de já ter conhecido uns 40 e tantos países, mora na Nova Zelândia e compartilha o melhor dos seus dias.

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3) O JD Andrews do @earthexplorer tem 91 países no passaporte. É fotógrafo e cinegrafista renomado e já teve seu trabalho publicado por grandes, como o Lonely Planet, MTV e ninguém menos do que a NASA.

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4) A Jodi do @legalnomads largou seu emprego como advogada em 2008 para viajar o mundo a princípio por um ano, mas desde então não parou mais. Vive atualmente no Sudeste Asiático, onde consegue se sustentar com as comissões de publicidade que vende através de seu site.

Viajantes para seguir no Instagram

5) Em dezembro de 2006, o casal de São Francisco Dan e Audrey compraram uma passagem de ida para Praga e nunca mais voltaram para casa – pelo menos para ficar. Seguem casados e conhecendo o mundo desde aquela época e compartilham o que vêem no @uncornered_market.

  • Continue lendo para conhecer outros cinco perfis de viajantes:

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Faça você mesmo: painel de pins de países

Faça você mesmo painel de pins

Quem como eu adora comprar pins (ou broches ou bótons) dos países que visita e depois não sabe o que fazer com eles quando chega em casa? ¬¬ Se os seus acabam indo pra uma latinha no fundo do armário como os meus, a ideia de criar um painel desses é uma boa para tirá-los do esconderijo.

A sugestão é que você possa exibir as suas souvenirs ao mesmo tempo em que também mostra os lugares por onde passou. A proposta é utilizar um mapa do mundo (ou de um só continente ou país) como base para os pins, que devem ser fixados mais ou menos na localização onde foram comprados.

Como deu pra ver, eu sou fãzona do Hard Rock Cafe e muitos dos broches de países que tenho são da rede, então escolhi fazer o meu painel usando só eles pra deixar mais padrão. Ficou dez, né? :) Olha só como é fácil de fazer:

Faça você mesmo painel de pins

Folhas de cortiça geralmente são vendidas em papelarias, lojas de artesanato ou até lojas de tecido (que foi onde encontrei aqui em Campo Grande). A cortiça pode também ser substituída por isopor se preferir.

Faça você mesmo painel de pins

Pra deixar o painel ainda mais bonitão, vale a pena mandar emoldurar e pendurá-lo na parede de casa. Vai ficar show!

  • Quero saber: Gostaram desse tipo de post ‘faça você mesmo’? Querem ver outras dicas como esta?

As capas para mala da LOQI

As capas para mala da LOQI

Quem já encontrou sua mala na esteira de bagagem com sequelas de aeroporto sabe como é de cortar o coração. Longe dos nossos olhos, sabe lá Deus o que elas (e tudo o que está dentro) passam quando voltam sujas, arranhadas e algumas vezes até abertas sem autorização (mesmo cadeadas, diga-se de passagem). Parte dessas “feridas” é obviamente natural, já que tudo tem uma vida útil, e parte é fruto de falta de cuidado e de outras cositas mais dos profissionais encarregados de transportá-las.

Não temos como anular essas ações de acontecerem, mas podemos evitá-las protegendo a nossa bagagem. Uma das maneiras de fazer isso e que está se tornando cada vez mais comum nos aeroportos é o uso de capas de tecidos maleáveis, como estas da LOQI que trouxe hoje. Além de proteger contra a sujeira e os arranhões e dificultar um possível furto, elas também ajudam na identificação em dois momentos: na hora de diferenciá-la das demais na esteira e se por ventura ela for extraviada.

Outra vantagem das capas é que elas são duráveis e laváveis, podendo ser reutilizadas várias vezes, enquanto que aquelas plastificações disponíveis nos aeroportos (que também fazem o papel de proteger e custam por baixo R$ 30) são descartáveis. A loja virtual da LOQI não faz entregas para o Brasil, mas é fácil encontrar vários modelos dela em diferentes tamanhos à venda no http://www.ebay.com. Elas custam em média R$ 50 + frete (cerca de R$ 20).

E só pra terminar… Elas são uma boniteza, né?! O que é essa coral com passarinho que coloquei em primeiro?! Uma graça! <3

E vocês, de qual gostaram? Alguém aí já usa capas protetoras?

Inspirações de tatuagem para quem ama viajar

Tattoos. Tem gente que adora e se deixar se pinta todo, tem gente que adora mas não tem coragem, tem quem acha desnecessário e tem até quem acha que é pecado. Opiniões à parte, as tatuagens estão aí ligando pessoas aos seus mundos e transmitindo um pouco do que são.

Com viajantes entusiastas não é diferente. O que tem de gente tatuada com a palavra “wanderlust” por aí não é brincadeira! Essa palavra, que em inglês significa algo como “sede por viagens” ou “desejo de viajar”, disputa preferência com desenhos de aviões, do mapa mundi e de coordenadas geográficas de um destino especial. A musa mor Angelina Jolie tem uma coleção de sete coordenadas no braço esquerdo que representam os locais de nascimento dos seus seis filhos e o de Brad. Haja braço, hein Jolie?!

Pensando em quem curte a ideia e está atrás de inspiração, fiz uma seleção das tattoos mais legais de viagem que encontrei na Internet. Se alguém se entusiasmar, me avisa! ;)

Inspirações de tatuagens de viagem

Inspirações de tatuagens de viagem

Inspirações de tatuagens de viagem

Inspirações de tatuagens de viagem

Inspirações de tatuagens de viagem

Como é andar de camelo, golfinho e elefante

Destinos de natureza animal não tão comum geralmente oferecem ao visitante a oportunidade de um tête-à-tête mais chegado com os anfitriões. É a possibilidade de interagir com os bichos, montá-los, alimentá-los – tudo com supervisão de um tratador, vale lembrar. Ter essa chance, se feita com responsabilidade, dá uma pitada a mais de aventura à viagem e permite ao visitante vivenciar o destino além de apenas enxergá-lo. A experiência é sempre marcante!

  • Em breve vou fazer um post para levantar os cuidados que devemos ter em contratar serviços de turismo consciente com animais.

Vamos às experiências…

Como é andar de camelo

Ao contrário do que se imagina, andar de camelo não é nada monótono. A experiência já começa no momento de montá-lo, já que primeiro ele sobe as patas traseiras - o que significa que você tem que inclinar pra trás pra não cair pra frente, e depois sobe as patas dianteiras, e daí você tem noção de quão longe do chão está – a cerca de 2 metros. Quando ele anda, você faz sim aquele movimento frente/trás/frente/trás como nos filmes de deserto e quando ele decide correr, segura! Camelos mantém fácil a velocidade de 40 km/h e podem atingir 65 km/h num pique curto. Nesta foto, estou prestes a conhecer esse corridão no Outback, o deserto australiano.

Como é andar de golfinho

Eles são queridos! Como não amá-los? Já falei sobre a experiência de nadar com golfinhos neste post aqui, mas quis incluí-la de novo neste post pra contar como é ser puxada por um. A foto já mostra tudo: o golfinho vira de barriga pra cima e assim que você segura nas nadadeiras ele sai em disparada. A pele deles é mais macia que bumbum de neném, já que repõem estas células a cada duas horas. Vivi esse encontro fofo em Isla Mujeres, nas redondezas de Cancun.

Como é andar de elefante

Montar estes grandões é tranquilo. O passeio de elefante acontece em ritmo lento e num balanço contínuo de um lado pro outro/de um lado pro outro. A pele deles é super áspera e eles tem pêlos bem longos espelhados pelo corpo. A aparência da foto já entrega que ela é escaneada, é do ano 2000! Eu, com meus 14 aninhos feitos, estou de boné branco pra trás ao lado da minha mãe, que ria sem parar do meu pai que resolveu fazer o rei da selva e encarar o dorso do elefante. Isso aconteceu em Phuket, na Tailândia.

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