Como é andar de camelo, golfinho e elefante

Destinos de natureza animal não tão comum geralmente oferecem ao visitante a oportunidade de um tête-à-tête mais chegado com os anfitriões. É a possibilidade de interagir com os bichos, montá-los, alimentá-los – tudo com supervisão de um tratador, vale lembrar. Ter essa chance, se feita com responsabilidade, dá uma pitada a mais de aventura à viagem e permite ao visitante vivenciar o destino além de apenas enxergá-lo. A experiência é sempre marcante!

  • Em breve vou fazer um post para levantar os cuidados que devemos ter em contratar serviços de turismo consciente com animais.

Vamos às experiências…

Como é andar de camelo

Ao contrário do que se imagina, andar de camelo não é nada monótono. A experiência já começa no momento de montá-lo, já que primeiro ele sobe as patas traseiras – o que significa que você tem que inclinar pra trás pra não cair pra frente, e depois sobe as patas dianteiras, e daí você tem noção de quão longe do chão está – a cerca de 2 metros. Quando ele anda, você faz sim aquele movimento frente/trás/frente/trás como nos filmes de deserto e quando ele decide correr, segura! Camelos mantém fácil a velocidade de 40 km/h e podem atingir 65 km/h num pique curto. Nesta foto, estou prestes a conhecer esse corridão no Outback, o deserto australiano.

Como é andar de golfinho

Eles são queridos! Como não amá-los? Já falei sobre a experiência de nadar com golfinhos neste post aqui, mas quis incluí-la de novo neste post pra contar como é ser puxada por um. A foto já mostra tudo: o golfinho vira de barriga pra cima e assim que você segura nas nadadeiras ele sai em disparada. A pele deles é mais macia que bumbum de neném, já que repõem estas células a cada duas horas. Vivi esse encontro fofo em Isla Mujeres, nas redondezas de Cancun.

Como é andar de elefante

Montar estes grandões é tranquilo. O passeio de elefante acontece em ritmo lento e num balanço contínuo de um lado pro outro/de um lado pro outro. A pele deles é super áspera e eles tem pêlos bem longos espelhados pelo corpo. A aparência da foto já entrega que ela é escaneada, é do ano 2000! Eu, com meus 14 aninhos feitos, estou de boné branco pra trás ao lado da minha mãe, que ria sem parar do meu pai que resolveu fazer o rei da selva e encarar o dorso do elefante. Isso aconteceu em Phuket, na Tailândia.

Como é viajar de ônibus pela Austrália e Nova Zelândia?

Recentemente tenho recebido esta pergunta de leitores com frequência, por isso resolvi dedicar um post exclusivo para contar como é viajar de ônibus no sistema “hop-on/hop-off” pela Austrália e Nova Zelândia e tentar ajudar a esclarecer as dúvidas de quem tem interesse em contratar este serviço.

Em primeiro lugar, “hop-on/hop-off” é um termo em inglês que numa tradução chula significa “pular no/pular para fora”. É a ação de subir e descer, no caso, do ônibus. No turismo, a expressão é usada para definir uma modalidade de transporte onde o viajante ou turista compra um bilhete para percorrer do ponto A ao ponto B, mas pode descer nas paradas do caminho quando quiser e continuar a rota com o próximo ônibus da companhia que vier.

É uma mistura de city tour, ônibus de linha e em alguns casos ônibus de viagem. Ao mesmo tempo em que mostra o destino, é um meio de locomoção. A grande vantagem desse sistema é ter a liberdade de fazer o percurso no seu tempo, seja o trajeto entre pontos turísticos de uma só cidade ou viajando de um canto ao outro de um país. Dependendo da distância do roteiro comprado, a validade do bilhete pode variar de um dia, uma semana, meses a até um ano.

É nesse esquema de bilhete válido por um bucado de tempo que nosso assunto começa. Eu viajei pela Austrália e Nova Zelândia assim: comprei um bilhete que fazia determinada rota no país e fui viajando conforme o tempo que eu tinha. Parava em cidades que me interessavam, ficava dois ou três dias, ou passava reto pelas que tinha decidido pular. O único trabalho que eu tinha era entrar no site da companhia, reservar o meu lugar no ônibus para o dia e horário que eu quisesse embarcar e estar no ponto de encontro no horário combinado.

Pra mim esta foi a melhor escolha para visitar estes países por três motivos:

[Read more...]

Caminhada sobre a Geleira de Franz Josef, Nova Zelândia

Geleira de Franz Josef

A caminhada sobre a Geleira de Franz Josef foi uma das coisas mais incríveis que fiz na Nova Zelândia! Só não digo que foi ‘a’ mais incrível pra não ser injusta com o salto de bungee jump e a Travessia Tongariro, que também foram sensacionais. Essa Geleira, junto com a Geleira vizinha chamada Fox, é uma das mais acessíveis do mundo para explorar e está entre as atividades mais populares da Ilha Sul da Nova Zelândia.

[Read more...]

Mergulho com golfinhos selvagens na Nova Zelândia

Mergulho Golfinhos Nova Zelândia

Que loucura, né?! Eu também achei quando soube dessa possibilidade. Nadar com golfinhos em mar aberto realmente nunca esteve nem nos meus planos mais ambiciosos. Pois bem, em Kaikoura, cidadezinha da ilha sul da Nova Zelândia, esse encontro é possível.

[Read more...]

Salto de paraquedas em Mission Beach

Saudações aéreas Internet! Depois de mostrar aqui o momento de maior pânico valentia da minha vida (o meu salto de bungee jump!), trouxe hoje o registro da segunda (e última, prometo mãe!) dose de bravura da minha história: o meu salto de paraquedas.

Fiz o salto em Mission Beach, uma praia tranquilíssima do estado de Queensland, na Austrália. A cidade fica entre Townsville e Cairns e é um lugar com um visú super privilegiado porque fica numa região de duas áreas consideradas Patrimônio da Humanidade: a Grande Barreira de Corais e a Floresta dos Trópicos Úmidos.

[Read more...]

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 68 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: