Tulum: ruínas maia à beira-mar

Tulum Mexico

Localizada no privilegiado litoral caribenho do México, Tulum é beleza rara! Como se o mar azul turquesa não bastasse para encher os olhos, uma coleção de ruínas da antiga civilização maia margeia a beira da praia. É uma combinação única de natureza cinematográfica e história a olho nu. Um visual fantástico!

Tulum foi uma das últimas cidades construídas e habitadas pelos maias, serviu prioritariamente como um porto. Suas construções datam do fim do século 13 e foram erguidas sob um penhasco de 12 metros ao longo da costa.

Tulum Mexico

O sítio arqueológico de Tulum é o terceiro mais visitado dos 32 mil existentes no México. Ao contrário do de Chichén Itzá (que eu também conheci e mostrei aqui), o acesso às ruínas de Tulum é fácil. De carro, são 2 horas a partir de Cancun ou 45 minutos a partir de Playa del Carmen. Da Rodovia, é só seguir as placas que indicam ‘Zona Arqueologica’ e, quando chegar, seguir 1 km adentro em direção ao litoral.

Dica: Alugar um carro pra fazer um one-day-trip pra Tulum é uma boa! Foi o que eu fiz partindo de Playa del Carmen. Quem não quiser pegar carro, tem a opção de ir de ônibus ou de van que saem destes dois destinos várias vezes ao dia.

Tulum Mexico

Durante o passeio pelas ruínas o diferencial de Tulum logo aparece: o mar. Ela é a única zona arqueológica estabelecida na beira da praia. E que praia, hein?! Escolheram bem esses maias…

Já com o pé na areia, é possível alugar equipamentos de mergulho (snorkel e pé de pato) e contratar um passeio de barco pra ver Tulum de um ângulo especial. A última foto do post mostra ‘El Castillo’, a maior das construções da antiga cidade, vista do mar.

Tulum Mexico

É bom saber…

  • O sítio arqueológico de Tulum abre diariamente das 8h às 17h.
  • É preciso pagar entrada (cerca de US$ 5) e estacionamento (cerca de US$ 8) se estiver de carro.
  • Se quiser fugir da muvuca, vá de manhã cedo.
  • Apesar de Tulum ser indicada para um bate-volta, é possível se hospedar por lá em bangalôs na beira da praia ou em hotéis mais simples na cidade.

Veja também outros posts sobre o México:

Chichén Itzá, antiga cidade maia no México
De carrinho de golfe em Isla Mujeres
Nadar com golfinhos em Cancun
Hotel review: Oasis Palm Beach (Cancun, México)

Turista por um dia em Brasília

Turista por um dia em Brasília

Há algumas semanas atrás – mais precisamente no fim de semana da final da Copa do Mundo, estive em Brasília pra assistir Brasil e Holanda. Eu já havia contado aqui sobre o jogo e aqui sobre a experiência de ficar hospedada no mesmo hotel que a nossa seleção, mas faltava ainda o post sobre o meu dia turistando pela cidade. Cadê dona Juliana?! Resolvi intercalar este que faltava com outros de assuntos variados pra evitar uma overdose de Brasília no blog. Passados alguns dias, agora sim, está aí a minha passagem relâmpago pela capital federal!

Fiquei menos de 24 horas em Brasília! Cheguei na cidade sábado de manhãzinha e embarquei de volta pra Campo Grande na madruga de domingo. Com o jogo tomando praticamente a tarde inteira de sábado, só restaram as horinhas da manhã pra dar uma circulada. De táxi, fui até o Eixo Monumental, o popular “corpo do avião” conforme o desenho do projeto de Brasília. É nesta área que ficam os prédios do Governo Federal e outros monumentos históricos da cidade, como a Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida (ou apenas Catedral de Brasília) e o Memorial JK, museu dedicado ao ex-presidente.

O passeio foi express mesmo! Só deu tempo pra apreciar os traços arquitetônicos de Oscar Niemeyer e caminhar pelas longas quadras que unem as obras do Eixo. Na noite de sábado, #mortacomfarofa, conheci ainda o Pontão do Lago Sul, uma área de lazer super charmosa de Brasília que reúne restaurantes, barzinhos e quiosques a beira do Lago Paranoá. Vale demais a visita!

Foi rápido, mas foi bom. :) Até a próxima, Brasília!

Veja outras viagens bate-volta que já contei aqui no blog:

Bate-volta em Haarlem
Uma cidadezinha palaciana chamada Potsdam
24 horas em Ilhabela
Londres em um dia

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Uma cidadezinha palaciana chamada Potsdam

Já contei uma vez aqui que Berlim não foi uma cidade que me cativou, mas uma coisa eu preciso reconhecer: ela me reservou três boas surpresas pelo caminho. Entrar sem querer no Oktoberfest da cidade achando que era uma exposição, por exemplo, foi uma delas. Descobrir o endereço de um Campo de Concentração horas antes de deixar a cidade foi outra e a terceira foi saber da existência de Potsdam, uma cidadezinha palaciana a 45 minutos de trem dali digna de um bate-volta.

Era o meu penúltimo dia em Berlim quando fui conhecer Potsdam acompanhada de duas amigas que fiz no albergue: uma coreana e uma alemã que, por sinal, não batia muito bem das ideias. Mesmo assim, lá fomos nós passar o dia na cidade que um dia havia sido a residência dos reis da Prússia.

Essa herança real transformou Potsdam em um verdadeiro complexo palaciano com 150 edifícios históricos que, juntos, receberam o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. Palácios, jardins, praças e monumentos erguidos entre 1730 e 1916 enfeitam a cidade e deixam um clima nobre no ar, dando a impressão de que a qualquer instante você vai se deparar com um rei e uma rainha acenando de uma sacada.

Quando chegamos na cidade, descemos na estação e logo cruzamos a pé o imponente Nauener Tor, um dos três portões de entrada de Potsdam. Ele foi erguido em 1755 e é considerado o primeiro modelo de arquitetura neo-gótica inglesa a ser construído na Europa. Hoje ele é um importante ponto de encontro do povo local e da turistada, que lota rapidinho os restaurantes com vista para ele.

Potsdam

Pertinho dali passamos pelo Holländisches Viertel, o Bairro Holandês de Potsdam. Cerca de 150 casas de tijolos vermelhos em estilo tipicamente holandês tomam quatro quadras da cidade e agradam tanto moradores quanto visitantes. Construídas entre 1734 e 1742 por holandeses convidados a ajudar no desenvolvimento da cidade, são hoje um centro de compras e de cafés e barzinhos aconchegantes. Como não gostar desse lugar?!

Potsdam

Igrejas protestantes, católicas e ortodoxas também compõem o cenário de Potsdam. Quando passei por esta da foto, o sino tocava e dela saía um casal de pombinhos recém casados… Omg! S2

Potsdam

A caminhada nos levou até o Parque de Sanssouci (pronuncia-se “Sansucí”), a maior atração de Potsdam e o principal motivo do nosso bate-volta. Lá fica o Schloss Sanssouci, o Palácio de Sanssouci, antiga residência de verão do Rei da Prússia Frederico, o Grande. Ele queria um local para relaxar e plantar suas ameixas, figos e uvas em paz. O encantamento dele com o lugar era tanto que deu ao Castelo o nome de Sanssouci porque, em francês, significa “despreocupado”. Que bom humor!

Potsdam

O Palácio foi construído entre 1745 e 1747 em estilo Rococó e nem é tão grande assim, tem apenas dez cômodos. O que realmente impressiona está nos arredores do Palácio: jardins enormes, bosques, estátuas e fontes, comparados inclusive com o Jardim de Versalhes, na França.

Potsdam

Potsdam

Potsdam

Potsdam

Potsdam

Após a construção do Palácio de Sanssouci, outros prédios foram erguidos a pedido do Rei em uma área total de 290 hectares. A Chinesisches Haus, Casa Chinesa, foi um deles. Ela foi construída como um pavilhão para enfeitar o jardim e a horta do Parque, mas depois serviu como espaço para pequenos eventos sociais.

Potsdam

O Neues Palais, Novo Palácio, é a obra mais majestosa do Parque. Foi construído entre 1763 e 1769 para comemorar o sucesso da Prússia na Guerra dos Sete Anos e nunca se tornou residência oficial do Rei, era usado apenas para receber membros da realeza e personalidades importantes. Este Palácio, sim, foi erguido com mais de 200 cômodos em mármore e pedras. Quem pode, pode!

Potsdam

Moinho de Ventos também é outro destaque do Parque de Sanssouci. No momento que passávamos por lá, um artista todo trabalhado na vestimenta antiga tocava flauta e aumentava ainda mais a pompa do lugar. Que produção! Adoro…

Potsdam

Como chegar em Potsdam?
Pegar o trem suburbano da rede S-Bahn na Estação Central de Berlim (Berlin Hauptbahnhof) sentido Potsdam.

Mais uma curiosidade de Potsdam: Studio Cinematográfico de Babelsberg
Em Potsdam também fica o maior e mais antigo parque cinematográfico da Europa, o Studio Babelsberg. Lá foram produzidos mais de 3 mil filmes para cinema e televisão. De março a outubro é aberto à visitação. Vale inserir no roteiro!

24 horas em Ilhabela

Dicas Ilhabela

1 dia e nada mais. Esse foi o tempo que tive pra conhecer Ilhabela durante a minha viagem de fim de ano pro litoral norte paulista – já viu o post das outras praias? Tão pouco tempo pra um lugar tão gostoso!! O motivo de ter curtido tanto? Ilhabela une o melhor dos dois mundos: natureza exuberante e infraestrutura de primeira. Não tem como não gostar… O bom é ter saído de lá com a promessa de um dia voltar…

Mesmo passando um diazinho só, consegui aproveitar um pouco dos principais atrativos da ilha: o mar, o centrinho chique à moda europeia e a aconchegante rede hoteleira.

Dicas lhabela

O centrinho histórico de Ilhabela, mais conhecido como Vila pelos moradores, é o lugar pra encerrar o dia bem. Bares, restaurantes, cafés e galerias de artesanato se misturam harmoniosamente com a igrejinha antiga da ilha e lojas de antiguidades. A famosa Rua do Meio concentra bastante comércio, por isso é um ponto bacana pra começar o passeio. Uma caminhada pelo píer ao entardecer também promete momentos bem agradáveis. Restaurantes de bom gosto existem aos montes! A minha dica é passear pelas ruas até encontrar aquele que mais te agrada.

A Ilha das Cabras é um dos locais mais indicados pra prática de mergulho na região. Ela fica a 120 metros de Ilhabela e o acesso é feito por bote. Empresas especializadas em mergulho alugam equipamentos para snorkel e oferecem o chamado “batismo” pra quem quiser experimentar a descida com cilindro pela primeira vez. Eu, já que ainda não curei do meu trauma de mergulhar com oxigênio (abapha!), fui de snorkel mesmo! Kkk. Sobre a vida marinha do local, achei abundante, mas pouco colorida. Talvez seja mais bonita em outras profundidades. Mesmo assim, valeu o banho gostoso de mar e a oportunidade de visitar mais esse lugar!

A dica de ouro pra visitar Ilhabela, ainda mais se for em alta temporada, é fazer o agendamento do horário na balsa que leva os carros do continente para a ilha. A fila de espera pode chegar a 3 horas fácil fácil! Eu fiquei sabendo desta possibilidade antes de viajar pra lá e, já que teria muito pouco tempo na ilha, garanti a vaguinha na balsa pro horário que eu queria. Quando nós chegamos na fila de embarque passamos na frente de pelo menos 500 carros, o que representou umas boas horas a mais na piscina do hotel. O agendamento é feito somente pela internet pelo sistema Hora Marcada. Esta regalia, é claro, tem seu preço. O valor da travessia, se agendada com antecedência, quase que dobra. Ainda assim, meu amigo… vale cada centavo!

Por último, mas jamais sem importância, use repelente em Ilhabela! Logo no café da manhã fomos devorados… e as picadas ainda estão aqui.

Amanhã tem review do hotel que fiquei por lá! Um charme só…

De carrinho de golfe em Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Isla Mujeres, só pra situar, é uma pequena ilha do México que fica pertinho de Cancún. É ma-ra-vi-lho-sa! Tem quem se hospede por lá, mas a maioria prefere fazer um bate-volta saindo de Cancún pela manhã e retornando no fim do dia. Pra chegar até Isla é fácil, basta pegar um ferry boat que sai do porto do centro de Cancún ou do porto da rede hoteleira. A passagem de ida e volta custa menos de U$ 10.

Já na ilha, a melhor maneira de circular é de carrinho de golfe! Divertido ou não?! :b O aluguel é cobrado por hora (cerca de U$ 15) ou pela diária (cerca de U$ 35). É preciso apresentar carteira de motorista (vale a nossa do Brasil) e nada mais! A ideia de alugar o carrinho é ter autonomia pra explorar Isla como quiser… A sensação é de freedom total!

Uma sugestão é começar o passeio contornando toda a ilha (ela é pequena, então não leva muito tempo). Depois de curtir o visú turquesa do oceano, é hora de sol, mar e uma margarita na beira da praia. Pro pit-stop do almoço, uma dica de restaurante é o Zazil Ha. E, pra fechar o dia, souvenirs no centrinho de Isla. Dia mais que perfeito!

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