Vocabulário australiano: o que é preciso saber antes de chegar lá

Vocabulário australiano

A Austrália é um país de língua inglesa, mas isso não necessariamente significa que você vai entender tudo o que os conterrâneos  disserem mesmo sendo um fluent english speaker. Além do sotaque deles já ser cheio de malemolência, como é o sotaque do carioca aqui no Brasil ou do texano nos EUA, os australianos têm uma coleção de gírias e expressões próprias que é legal conhecer antes de viajar pra lá. Aprende aí pra não fazer cara de ‘ué':

Aussie (pronuncia-se óssi): É a maneira como eles mesmos se chamam. Significa australiano.

Down under: É como eles apelidaram a Austrália, se referindo à localização geográfica dela no mapa: no hemisfério sul bem abaixo da maioria dos outros países do globo.

Good day: Todo mundo um dia aprendeu que bom dia em inglês é good morning, certo? Na Austrália o usado é Good day ou G’day na forma mais abreviada.

Fair enough: Significa justo. É usado para concordar com algo que alguém disse. Como numa conversa: “Não vou sair hoje porque estou cansado”. A resposta: “Fair enough”.

Mate: Significa parceiro, camarada, amigão… Não é um termo exclusivo da Austrália, mas lá é mais usado do que qualquer outra coisa! What´s up mate? G’ day mate!

No worries: Provavelmente a frase mais falada no país. Significa relaxa, sem problemas.

Sheila e Bloke: Não me pergunte por quê, mas é assim que eles chamam mulher e homem. É comum encontrar placas com estes nomes indicando banheiros feminino e masculino, como estes aí da foto que encontrei no meião do Outback… Vai entender!

Vocabulário australiano

Captou mate?! Agora você não fica perdido quando chegar em down under. Se quiser conhecer outras expressões dos aussies clica aqui ou aqui.

Sobre estes anúncios

Torne a viagem mais interessante: converse com os locais!

Conversar com locais nas viagens

Não me lembro do nome de nenhum deles, mas não me esqueço do rosto e da história de cada um. Estas são algumas das pessoas com quem fiz uma “amizade relâmpago” durante as minhas viagens e que as tornaram mais especiais. Lembro que antes de embarcar nessas andanças pelo mundo lia muito blogs de outros viajantes e uma das recomendações mais repetidas era essa: conversar com os locais.

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Chichén Itzá, antiga cidade maia no México

Chichén Itzá

Aparentente o último desejo de uma pessoa que vai pra Cancún é fazer exploração arqueológica, concorda? Mas a proximidade da cidade com Chichén Itzá (a pronúncia é “Tchi-tchê-nitza”) faz muita gente trocar um dia de mar azul turquesa e piña colada na mão pra respirar história – e das boas. Eu fui e me senti demais de grata pela oportunidade!

Chichén Itzá é uma cidade maia em ruínas que serviu de centro político, econômico e religioso daquela civilização por volta dos anos 500 d.C. As construções por si só já impressionam pelo tamanho, mas o mais intrigante é a genialidade com que elas foram projetadas.

As 16 construções que formam o sítio arqueológico revelam o profundo domínio que os maias tinham em diversas áreas do conhecimento, como matemática, geometria, astrologia, arquitetura e engenharia.

O maior exemplo disso é a Pirâmide de Kukulcán, que representa um calendário tridimensional. Ela tem 91 degraus em cada uma de suas escadarias que, somados ao altar no topo, chegam a 365. A pirâmide é inclinada em exatos 45° e tem os quatros lados voltados para os pontos cardeais (Norte, Sul, Leste e Oeste).

O mais incrível ainda é que nos equinócios do ano (os dias que marcam o início da primavera e do outono) a sombra criada pelo sol projeta a imagem de uma serpente gigante em uma de suas fachadas. Na base da pirâmide existe uma cabeça de cobra feita de pedra que, quando se junta ao corpo, dá a impressão de que a serpente está descendo pirâmide abaixo. Doido ou não?! Como para os maias a serpente é um símbolo sagrado, supõe-se que a ideia era passar a sensação de que Deus estava descendo do céu. E, só pra fechar esse conjunto de mistérios, bater palmas na frente de uma escadaria específica da pirâmide cria um fenômeno de acústica interessante. O som parece subir as escadas e lá de cima ressoa como o canto de um pássaro da região.

Muita tecnologia pra uma época tão remota, né? Como já deu pra perceber os maias intrigaram muita gente e continuam a mover pesquisadores em busca de mais explicações.

Algumas dicas pra quem fizer essa viagem no tempo:

Como chegar lá? Alugando um carro ou com um ônibus de excursão. A vantagem do busão é voltar descansando depois de horinhas de sol e caminhada.

Como eu sempre digo, turismo com informação é outra coisa. Se você não estiver em uma excursão que tenha um guia de turismo pra chamar de seu, alugue um audio-guide pra te passar as explicações do lugar. Certamente vai ter com gravações em português!

O sol pode criar efeitos extraordinários na Pirâmide de Kukulcán, mas com certeza não vai fazer boas coisas em você. Chapéu, protetor solar e água na mochila vão tornar o passeio mais agradável.

É bom levar dinheiro em espécie pras tradicionais comprinhas (em peso ou dólar), mas também é bom não dar muito papo pros vendedores. Eles são muuuitos e podem ser um tanto quanto chatos pra conseguirem te vender alguma coisa. Pechinchar rola.

Passeio de Maria Fumaça pela região dos vinhos da serra gaúcha

Passeio de Maria Fumaça RSPasseio de Maria Fumaça RS

O passeio turístico de Maria Fumaça pela serra gaúcha é uma delícia! É uma viagem de trem a vapor pela região da uva e do vinho do Rio Grande do Sul que mostra um pouquinho da cultura italiana tão presente no estado.

O trem sai da cidade de Bento Gonçalves, faz uma parada na estação de Garibaldi e chega a Carlos Barbosa num percurso de 23 km que dura em média 2 horas. No fim do roteiro, um ônibus leva os passageiros de volta até a primeira estação. Quem preferir pode fazer o trajeto contrário.

Pelo caminho, paisagens tranquilas de interior e música italiana ao vivo nos vagões pra animar. Nas paradas, mais música com trajes típicos e degustação de vinho (da vinícola Miolo) e de espumante moscatel e suco de uva (da Vinícola Garibaldi). #adoro!

Pra fazer o passeio é preciso reservar com antecedência pelo telefone (54) 3455-2788 ou e-mail mfumaca@giordaniturismo.com.br.

Quanto custa?
R$ 70 (em baixa temporada)
R$ 74 (em alta temporada: janeiro, julho, novembro e dezembro)

*Crianças de até 5 anos não pagam (mas também não ganham assento no trem – hehe! Vão no colo).
*O valor é único para todos a partir de 6 anos de idade.
*O transfer (ônibus) de ida ou volta já está incluso no valor.

Dias de funcionamento na semana:
Diariamente na alta temporada e pelo menos toda quarta, sábado e domingo no restante do ano. Cada mês, porém, tem suas exceções. #Confuso! Consulte a grade dos dias disponíveis aqui clicando no link “solicitação de reservas”.

Horários de partida do trem:
De Bento Gonçalves: 9h, 14h e 19h
De Carlos Barbosa: 10h45, 16h e 21h

Os pingentes de osso da cultura Maori

Pingentes Maori

Os Maoris são os indígenas da Nova Zelândia (assim como os Índios são para o Brasil e os Aborígenes para a Austrália). Eles chegaram no país entre 1250 e 1300 vindos da região leste da Polinésia e ainda representam cerca de 15% da população atual neozelandesa. Assim como todo povo primitivo, os Maoris também são donos de uma cultura riquíssima e lutam pra que ela não seja esquecida no tempo. Entre os costumes mais marcantes estão a tatuagem no rosto, a Haka (a dança de guerra, aquela dançada pelos jogadores de rugby da NZ antes de uma partida começar), o cumprimento com o toque de nariz (fofo!) e o artesanato.

E falaaando em artesanato (tudo isso pra introduzir o assunto de hoje kkk), pingentes esculpidos em formas geométricas são um forte símbolo Maori. Cada desenho carrega um significado espiritual, como sorte, força, sensibilidade e proteção. Os pingentes são feitos de diversos materiais, sendo os mais comuns osso, madeira, prata e jade, e são facilmente encontrados nas lojas de souvenir espalhadas por toda Nova Zelândia.

Em Barrytown, pequena (e põe pequena) cidade da Ilha Sul, o visitante pode criar o seu próprio pingente de osso seguindo as tradições Maori. Ele escolhe o símbolo, o desenha no osso, corta, pule (do verbo polir mesmo) e sai de lá com a sua joia rara no pescoço. Experiência diferente e super cult!

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