De carrinho de golfe em Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

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Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Isla Mujeres, só pra situar, é uma pequena ilha do México que fica pertinho de Cancún. É ma-ra-vi-lho-sa! Tem quem se hospede por lá, mas a maioria prefere fazer um bate-volta saindo de Cancún pela manhã e retornando no fim do dia. Pra chegar até Isla é fácil, basta pegar um ferry boat que sai do porto do centro de Cancún ou do porto da rede hoteleira. A passagem de ida e volta custa menos de U$ 10.

Já na ilha, a melhor maneira de circular é de carrinho de golfe! Divertido ou não?! :b O aluguel é cobrado por hora (cerca de U$ 15) ou pela diária (cerca de U$ 35). É preciso apresentar carteira de motorista (vale a nossa do Brasil) e nada mais! A ideia de alugar o carrinho é ter autonomia pra explorar Isla como quiser… A sensação é de freedom total!

Uma sugestão é começar o passeio contornando toda a ilha (ela é pequena, então não leva muito tempo). Depois de curtir o visú turquesa do oceano, é hora de sol, mar e uma margarita na beira da praia. Pro pit-stop do almoço, uma dica de restaurante é o Zazil Ha. E, pra fechar o dia, souvenirs no centrinho de Isla. Dia mais que perfeito!

Great Ocean Road, rota cênica no sul da Austrália

Great Ocean Road

A minha história com a Great Ocean Road começou em 2008 meses antes de eu embarcar pra Austrália. Nosso primeiro encontro foi no Guia Visual da Folha de São Paulo que eu tinha ganhado do meu pai naquele dia (e que devorei rapidex!). O Guia mostrava uma foto pequenininha de um carro percorrendo uma estrada sensacional beirando o mar e eu achei aquela cena digna de reproduzir! Gravei então o nome Great Ocean Road na minha lista interminável de must-dos na Austrália e me mandei com mais essa “difícil” missão.

Great Ocean Road

A Great Ocean Road é uma rota cênica que margeia o litoral do estado de Victoria, no sul do país. Ela vai de Torquay a Port Fairy e se estende por quase 300 km. O visual é fantástico de um canto ao outro! A cada curva tem uma paisagem sorrindo esperando ser fotografada.

Os Doze Apóstolos (The Twelve Apostles)
Uma das paradas obrigatórias da Great Ocean Road (e talvez o motivo de muita gente fazer a rota) é o conjunto de torres de arenito que “surgem” do mar no Port Campbell National Park, os Doze Apóstolos. As torres são altíssimas, medem até 45 metros de altura, e ficam bem pertinho da beira da praia.

Esses pedaços de arenito foram soltos dos penhascos do continente ao longo do tempo (coisa de milhões de anos) e a ação das ondas e ventos continuam a modificar a paisagem. Tanto é que dos doze apóstolos só restam oito hoje em dia, o último a desabar foi em 2005. Ainda dá tempo de ver alguns em pé, hein?! Corre lá!

Great Ocean Road

London Arch
Antes de se tornar o London Arch (Arco de Londres) esse pedaço de arenito era a London Bridge (Ponte de Londres). Em 1990 o arco mais próximo da costa caiu e isolou mais uma coluna de pedra do continente. Esse é também um pit-stop famoso da rota.

Great Ocean Road

Loch Ard Gorge
Esse lugar tão bonito tem uma história triste… Um navio chamado Loch Ard naufragou por lá em 1878 e somente duas pessoas de mais de cinquenta sobreviveram: Tom e Eva. Apesar de trágico, é ponto turístico!

Great Ocean Road

Island Archway
Essa formação fica pertinho do Loch Ard Gorge. Quando se rompeu, em 2009, as duas partes passaram a ser nomeadas “Tom” e “Eva” em homenagem aos sobreviventes do naufrágio.

Great Ocean Road

Great Otway National Park
Continente adentro fica o Great Otway National Park, uma área de floresta densa super preservada! Uma caminhada pelas árvores gigantescas do Parque vale o intervalo no trajeto da costa. O passeio fica bem mais interessante se tiver um guia pra narrar as curiosidades do lugar (ainda mais se for a cópia do Papai Noel!).

Great Ocean Road

Como, quando e onde ir?
Se você não for alugar um carro, é de Melbourne que saem as excursões pra Great Ocean Road. Tem opções de 1, 2, 5 dias pra fazer o trajeto com a possibilidade de dar um upgrade no passeio: adicionar uma aula de surfe, um sobrevoo de helicóptero pela costa, um encontro com coalas e cangurus na natureza, passeio por uma vila aborígene ou comes e bebes em vinícolas da região. Nhãm! Entra aqui pra saber mais.

Turismo de Moto: Live to Ride, Ride to Live!

Turismo de Moto

“Get your motor running
Head out on the highway
Looking for adventure
In whatever comes my way…”

Quem nunca ouviu Born to be Wild e na hora imaginou uma Harley Davidson roncando na estrada?!? Se você é da turma dos veteranos com certeza se lembrou de Peter Fonda no filme Easy Rider de 1969 (traduzido para Sem Destino aqui no BR). O filme, o mais clássico dos road movies, marcou época junto com essa música e disseminou um novo estilo de liberdade americana: o das estradas.

O jargão Live to Ride, Ride to Live (que na tradução livre seria algo como Viver para Pilotar, Pilotar para Viver) se tornou lema dos motociclistas e até hoje estampa bandanas, jaquetas de couro, botons e até a pele de muitos dessa turma do asfalto.

Além de dar cara, nome e sobrenome a esse novo jeitão rebelde de ser (no melhor dos sentidos), o filme Easy Rider também difundiu o turismo sobre duas rodas e a modalidade não para de ganhar adeptos geração após geração!

São homens e mulheres, jovens a vovozões, que compartilham a paixão de pilotar estrada afora sem ter como objetivo o destino final, mas sim o caminho até chegar lá! De um passeio de fim de semana a viagens longas que cruzam fronteiras. A distância não importa! O que vale são as paisagens, o vento no peito e o barulho do motor. \m/

No Brasil existem milhares de moto clubes que organizam e dissipam a prática da atividade pelas estradas do país (entra aqui pra conhecer alguns deles). Algumas rotas famosas são as do RJ a Paraty, Maceió a Recife e Brasília a Chapada dos Veadeiros.

Bom… Embora haja viajantes que rodem o Brasil de moto, o que cresce mesmo entre os brasileiros é a procura por mototurismo no exterior. A preferência por roteiros internacionais já representa 95% da busca neste mercado!

Pra você que curte a ideia de pilotar lá fora, mas não sabe por onde começar, a dica é procurar empresas especializadas em turismo de moto que oferecem todo o suporte pra fazer a viagem acontecer. A Schultz é a maior operadora brasileira de turismo de moto. Tem roteiros em todos os continentes e pacotes com tudo que você precisa já incluído (como hospedagem e alimentação ao longo do itinerário, a locação da moto, o guia etc).

O supervisor de vendas da Schultz no MS e no MT, Roberto Lastoria, me contou que “na América do Sul o roteiro mais famoso é o Caminho dos Incas. Roteiros pela Europa também tem tido muita procura e a Rota 66, nos Estados Unidos, é a campeã de vendas”. Até eu, que nunca pilotei uma moto (e só peguei carona duas vezes na vida), fiquei afim!! \o/

E você, interessou? Entra no site pra conhecer:

Turismo de Moto

PS: Achei que o blog ficou super invocado com esse post! Kkkk. E vocês?

Este é um post patrocinado.

Como tirar a PID – Permissão Internacional para Dirigir

Pegar a estrada legalmente no exterior é bem fácil. Você só precisa de uma Permissão Internacional para Dirigir (PID) que é facilmente paga solicitada ao DETRAN do seu Estado.

A PID nada mais é do que a tradução da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) para outros seis idiomas (alemão, inglês, árabe, espanhol, russo e francês). Por isso, o único requisito é que você já seja habilitado a dirigir no Brasil. A validade da PID, a categoria da carteira e as restrições médicas são as mesmas da CNH.

O que você precisa levar ao DETRAN pra tirar a PID:

- Original e cópia da CNH válida
- Requerimento de solicitação de PID preenchido (disponível nos sites dos DETRANs ou pessoalmente nas agências, dependendo do Estado)
- Comprovante de pagamento da taxa DUDA (Documento Único do Detran de Arrecadação). A Guia para este serviço custa R$ 137,95 em Brasília. Cada Estado tem o seu valor, mas fica nesta média.

Se a DUDA é paga em cash, você pode retirar a sua PID em 24 horas na agência. Se é paga em cheque, em até 6 dias. Se preferir, você pode receber ela em casa em até 10 dias pagando, é claro, uma taxinha a mais.

Atenção: Cada Estado tem a sua sistemática de requerimento da PID. No meu querido Mato Grosso do Sul, é só chegar chegando com os docs em mãos e fazer a solicitação. No Rio de Janeiro, por exemplo, é preciso agendar esta ida através do site. Por isso, antes de comparecer à agência, dá uma navegadinha no site do seu DETRAN pra não perder a viagem.

Outras informações importantes…

1. Quem tiver a CNH antiga (sem foto) vai ter que tirar uma nova (com foto) antes de solicitar a PID.

2. Quem for habilitado na categoria ACC, que permite conduzir ciclomotores (bicicleta motorizada), não pódje!

3. A PID só é válida pra turista, pra brasileiros residentes em outros países não.

Eu já tive a oportunidade de voar as tranças na Austrália, México e Espanha. O único lugar que eu tive que apresentar a PID foi na Austrália. Mesmo assim, valeu a segurança e tranquilidade de ter ela em mãos.

Países que aceitam a Permissão Internacional para Dirigir (PID):

África do Sul, Albânia, Alemanha, Angola, Argélia, Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaidjão, Bahamas, Barein, Belarus (Bileo Rússia), Bélgica, Bolívia, Bósnia-Herzegóvina, Bulgária, Canadá, Cabo Verde, Cazaquistão, Chile, Cingapura, Colômbia, Coréia do Sul, Costa do Marfim, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, El Salvador, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, Federação Russa, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Gana, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiana, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Indonésia, Irã, Israel, Itália, Kuwait, Letônia, Líbia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Marrocos, México, Moldávia, Mônaco, Mongólia, Namíbia, Nicarágua, Níger, Noruega, Nova Zelândia, Panamá, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), República Centro-Africana, República da Sérvia, República de Montenegro, República Democrática do Congo, República Checa, Republica Dominicana, Romênia, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia e Montenegro, Suécia, Suíça, Tadjiquistão, Tunísia, Turcomenistão, Ucrânia, Uruguai, Uzbequistão, Venezuela e Zimbábue.

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