As viagens que estão na minha wishlist!

Sabe aquela lista de desejos que faz a gente levantar da cama todo dia e trabalhar duro? Que nos lembra que batalhar pelos sonhos vai valer a pena? Desde menina eu sou adepta desse modus operandi e acredito fortemente que minhas listinhas me ajudaram a realizar vários objetivos – se você ainda não tem uma, trate de fazer a sua! Pois bem, novos sonhos vêm aí e minha wishlist só que cresce rss!

Atualmente (atualmente?) meus desejos se concentram em viagens (todas no verão, claro!). Até aqui nenhuma novidade, ok, mas os destinos que vêm fazendo a minha cabeça são sim recentes pra mim. Até pouco tempo, Machu Picchu, o Caminho de Santiago de Compostela e Índia estavam no topo da lista. O tempo passa, a idade chega kkk e minha vontade de caminhar tanto assim sofre uma leve alteração. Não que estas viagens estejam fora da lista (até porque eu sempre vou adorar um perrengue), mas o foco deu uma mudada. Estou no momento querendo sentar pra ver o mar com uma taça de vinho branco bem gelada na mão, obrigada.

As viagens que estão na minha wishlist

Liderando o ranking da minha wishlist de viagens está o que eu chamo de ‘Quarteto Fantástico’. Itália fabulosa, Croácia nova queridinha dos brasileiros, Grécia beleza eterna e Turquia alegre e colorida. Como não amar o verão europeu nessa região? Lá, o dolce far niente reina e, sim, eu quero muito. Quero curtir a costa amalfitana e todos os limoncellos e burratas que tiver direito, quero ver de perto o mar e a cidade medieval de Dubrovnik, quero as praias gregas e um dia pelo menos em Santorini e, pra fechar, quero os encantos turcos: praias, cultura, doces etc e tal. Falando nisso, no início de julho fiz o post O que vai ser hit no verão europeu 2014.

As viagens que estão na minha wishlist

É de carro que eu tenho vontade de conhecer os Estados Unidos! Algo me diz que dirigir entre as palmeiras da Califórnia deve ser bom, assim como parar numa daquelas lanchonetes de cowboy no Texas e dirigir pelo deserto do Arizona. Deixar o continente rumo às ilhas de Florida Keys na rodovia que corre sobre o mar também está na minha lista. São taaantas as coisas pra conhecer por lá que eu fiquei até tonta selecionando um possível roteiro de leste a oeste. Um bom start pra planejar uma road trip pelos States é por este site aqui, que disponibiliza várias opções de rota de carro.

As viagens que estão na minha wishlist

Atenção ae, meu rei! Leia divagáh, vá?! Que é pra entrar no rítmo goxtoso da Bahia. Oxe, que paraíso! Que dendê! A cidadezinha de Itacaré começou a aparecer com força como um destino potencial no Nordeste do Brasil e já ganhou mais uma fã. Se tem um lugar onde eu quero passar o dia inteiro descalço é lá. Além das praias nível propaganda de férias, Itacaré ainda tem rio, cachoeira, mangue e mata atlântica preservada chegando perto da costa. Eita maínha! Coisa linda de meu Deus… Com tanta beleza natural, o cenário é ainda ideal pra prática de vários esportes outdoor, como stand up paddle, rafting, surf, arborismo, canoagem e tirolesa. Depois de me cansar em todos eles, só uma rede e um acarajé, faz favor. O casal do blog Vamos pra Onde? tem um guia completo sobre o destino, ó paí ó!

Tulum: ruínas maia à beira-mar

Tulum Mexico

Localizada no privilegiado litoral caribenho do México, Tulum é beleza rara! Como se o mar azul turquesa não bastasse para encher os olhos, uma coleção de ruínas da antiga civilização maia margeia a beira da praia. É uma combinação única de natureza cinematográfica e história a olho nu. Um visual fantástico!

Tulum foi uma das últimas cidades construídas e habitadas pelos maias, serviu prioritariamente como um porto. Suas construções datam do fim do século 13 e foram erguidas sob um penhasco de 12 metros ao longo da costa.

Tulum Mexico

O sítio arqueológico de Tulum é o terceiro mais visitado dos 32 mil existentes no México. Ao contrário do de Chichén Itzá (que eu também conheci e mostrei aqui), o acesso às ruínas de Tulum é fácil. De carro, são 2 horas a partir de Cancun ou 45 minutos a partir de Playa del Carmen. Da Rodovia, é só seguir as placas que indicam ‘Zona Arqueologica’ e, quando chegar, seguir 1 km adentro em direção ao litoral.

Dica: Alugar um carro pra fazer um one-day-trip pra Tulum é uma boa! Foi o que eu fiz partindo de Playa del Carmen. Quem não quiser pegar carro, tem a opção de ir de ônibus ou de van que saem destes dois destinos várias vezes ao dia.

Tulum Mexico

Durante o passeio pelas ruínas o diferencial de Tulum logo aparece: o mar. Ela é a única zona arqueológica estabelecida na beira da praia. E que praia, hein?! Escolheram bem esses maias…

Já com o pé na areia, é possível alugar equipamentos de mergulho (snorkel e pé de pato) e contratar um passeio de barco pra ver Tulum de um ângulo especial. A última foto do post mostra ‘El Castillo’, a maior das construções da antiga cidade, vista do mar.

Tulum Mexico

É bom saber…

  • O sítio arqueológico de Tulum abre diariamente das 8h às 17h.
  • É preciso pagar entrada (cerca de US$ 5) e estacionamento (cerca de US$ 8) se estiver de carro.
  • Se quiser fugir da muvuca, vá de manhã cedo.
  • Apesar de Tulum ser indicada para um bate-volta, é possível se hospedar por lá em bangalôs na beira da praia ou em hotéis mais simples na cidade.

Veja também outros posts sobre o México:

Chichén Itzá, antiga cidade maia no México
De carrinho de golfe em Isla Mujeres
Nadar com golfinhos em Cancun
Hotel review: Oasis Palm Beach (Cancun, México)

De carrinho de golfe em Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Carro de Golfe Isla Mujeres

Isla Mujeres, só pra situar, é uma pequena ilha do México que fica pertinho de Cancún. É ma-ra-vi-lho-sa! Tem quem se hospede por lá, mas a maioria prefere fazer um bate-volta saindo de Cancún pela manhã e retornando no fim do dia. Pra chegar até Isla é fácil, basta pegar um ferry boat que sai do porto do centro de Cancún ou do porto da rede hoteleira. A passagem de ida e volta custa menos de U$ 10.

Já na ilha, a melhor maneira de circular é de carrinho de golfe! Divertido ou não?! :b O aluguel é cobrado por hora (cerca de U$ 15) ou pela diária (cerca de U$ 35). É preciso apresentar carteira de motorista (vale a nossa do Brasil) e nada mais! A ideia de alugar o carrinho é ter autonomia pra explorar Isla como quiser… A sensação é de freedom total!

Uma sugestão é começar o passeio contornando toda a ilha (ela é pequena, então não leva muito tempo). Depois de curtir o visú turquesa do oceano, é hora de sol, mar e uma margarita na beira da praia. Pro pit-stop do almoço, uma dica de restaurante é o Zazil Ha. E, pra fechar o dia, souvenirs no centrinho de Isla. Dia mais que perfeito!

Great Ocean Road, rota cênica no sul da Austrália

Great Ocean Road

A minha história com a Great Ocean Road começou em 2008 meses antes de eu embarcar pra Austrália. Nosso primeiro encontro foi no Guia Visual da Folha de São Paulo que eu tinha ganhado do meu pai naquele dia (e que devorei rapidex!). O Guia mostrava uma foto pequenininha de um carro percorrendo uma estrada sensacional beirando o mar e eu achei aquela cena digna de reproduzir! Gravei então o nome Great Ocean Road na minha lista interminável de must-dos na Austrália e me mandei com mais essa “difícil” missão.

Great Ocean Road

A Great Ocean Road é uma rota cênica que margeia o litoral do estado de Victoria, no sul do país. Ela vai de Torquay a Port Fairy e se estende por quase 300 km. O visual é fantástico de um canto ao outro! A cada curva tem uma paisagem sorrindo esperando ser fotografada.

Os Doze Apóstolos (The Twelve Apostles)
Uma das paradas obrigatórias da Great Ocean Road (e talvez o motivo de muita gente fazer a rota) é o conjunto de torres de arenito que “surgem” do mar no Port Campbell National Park, os Doze Apóstolos. As torres são altíssimas, medem até 45 metros de altura, e ficam bem pertinho da beira da praia.

Esses pedaços de arenito foram soltos dos penhascos do continente ao longo do tempo (coisa de milhões de anos) e a ação das ondas e ventos continuam a modificar a paisagem. Tanto é que dos doze apóstolos só restam oito hoje em dia, o último a desabar foi em 2005. Ainda dá tempo de ver alguns em pé, hein?! Corre lá!

Great Ocean Road

London Arch
Antes de se tornar o London Arch (Arco de Londres) esse pedaço de arenito era a London Bridge (Ponte de Londres). Em 1990 o arco mais próximo da costa caiu e isolou mais uma coluna de pedra do continente. Esse é também um pit-stop famoso da rota.

Great Ocean Road

Loch Ard Gorge
Esse lugar tão bonito tem uma história triste… Um navio chamado Loch Ard naufragou por lá em 1878 e somente duas pessoas de mais de cinquenta sobreviveram: Tom e Eva. Apesar de trágico, é ponto turístico!

Great Ocean Road

Island Archway
Essa formação fica pertinho do Loch Ard Gorge. Quando se rompeu, em 2009, as duas partes passaram a ser nomeadas “Tom” e “Eva” em homenagem aos sobreviventes do naufrágio.

Great Ocean Road

Great Otway National Park
Continente adentro fica o Great Otway National Park, uma área de floresta densa super preservada! Uma caminhada pelas árvores gigantescas do Parque vale o intervalo no trajeto da costa. O passeio fica bem mais interessante se tiver um guia pra narrar as curiosidades do lugar (ainda mais se for a cópia do Papai Noel!).

Great Ocean Road

Como, quando e onde ir?
Se você não for alugar um carro, é de Melbourne que saem as excursões pra Great Ocean Road. Tem opções de 1, 2, 5 dias pra fazer o trajeto com a possibilidade de dar um upgrade no passeio: adicionar uma aula de surfe, um sobrevoo de helicóptero pela costa, um encontro com coalas e cangurus na natureza, passeio por uma vila aborígene ou comes e bebes em vinícolas da região. Nhãm! Entra aqui pra saber mais.

Turismo de Moto: Live to Ride, Ride to Live!

Turismo de Moto

“Get your motor running
Head out on the highway
Looking for adventure
In whatever comes my way…”

Quem nunca ouviu Born to be Wild e na hora imaginou uma Harley Davidson roncando na estrada?!? Se você é da turma dos veteranos com certeza se lembrou de Peter Fonda no filme Easy Rider de 1969 (traduzido para Sem Destino aqui no BR). O filme, o mais clássico dos road movies, marcou época junto com essa música e disseminou um novo estilo de liberdade americana: o das estradas.

O jargão Live to Ride, Ride to Live (que na tradução livre seria algo como Viver para Pilotar, Pilotar para Viver) se tornou lema dos motociclistas e até hoje estampa bandanas, jaquetas de couro, botons e até a pele de muitos dessa turma do asfalto.

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