Brasil x Holanda. Eu fui!

Copa do Mundo 2014 Brasil e Holanda

É…. Deu Holanda. Depois do indigesto 7×1, o 3×0 foi pra passar a régua e fechar a conta. Quem diria que o futebol seria a nossa maior vergonha na Copa em casa? E quem diria que os outros medos reais que o país tinha em receber o Mundial, como o transporte, a organização do evento e a segurança, seriam aprovados pelos visitantes? Inimaginável! Esta pesquisa aqui da Datafolha comprova isso tudo. Pois bem… Por mais incrível que pareça, apesar do nosso futebol não ter feito bonito, o país fez e portanto temos do que nos orgulhar.

Bem antes de sabermos disso tudo, eu já começava a me preparar pra assistir a Copa no Brasil. Desde quando foi aberta a primeira fase de sorteio de ingressos em agosto de 2013 eu já estava na corrida por uma entrada. Entrei nos três sorteios, não consegui nenhum. Em março, assistindo ao jornal Bom Dia Brasil, soube que naquele próximo dia seria aberta a venda de ingressos direta pelo site da Fifa. Exatamente às 7h no horário de Campo Grande eu cliquei pra fazer a compra. Entrei numa fila virtual e depois de 1h e meia finalmente consegui garantir meu ingresso. Ufa! Eu ia ver a Copa no Brasil.

A escolha do jogo foi às pressas. As partidas que tínhamos listado como preferência já estavam esgotadas e os 15 minutos cravados para preencher todos os dados da compra não davam tempo para muito raciocínio. Fui pelo jogo em fim de semana, numa cidade próxima à minha e que provavelmente teria bons times em campo. A decisão do 3º e 4º foi a partida escolhida e, por sorte – ou azar, acabou sendo jogo do Brasil.

Teve gente que, depois da lavada Brasil e Alemanha, chegou a me perguntar “Você ainda vai”? Ingressos suados, hotel e passagens compradas e a chance de assistir a uma Copa do Mundo? É claro que eu vou! E lá fui eu para Brasília ver nossos meninos jogarem contra Robben e companhia. Como boa brasileira eu estava esperançosa numa vitória, mas como sabemos o resto da história não foi nada assim. Já começamos perdendo com um golzinho maroto no segundo minuto do primeiro tempo. Feio! Apesar disso, nem esse e nem o segundo gol desanimaram a mim e ao resto da torcida do estádio. Era ôla indo e vindo, “eu sou brasileirooo…” e tudo mais. Foi só no terceiro gol literalmente aos 45 do segundo que o Mané Garrincha brochou e a vaia veio à tona. Triste fim pra Copa no país.

O quarto lugar, claro, não foi nada bom, mas a experiência de viver uma Copa do Mundo foi única! Muita vibração, estádio pulsando, nações se encontrando, festa nas ruas… Desse dia vou levar só as boas emoções.

Copa do Mundo 2014 Brasil e Holanda

No próximo post vou mostrar o hotel que fiquei em Brasília que, por coincidência, foi o mesmo da nossa seleção.

Caminhada sobre a Geleira de Franz Josef, Nova Zelândia

Geleira de Franz Josef

A caminhada sobre a Geleira de Franz Josef foi uma das coisas mais incríveis que fiz na Nova Zelândia! Só não digo que foi ‘a’ mais incrível pra não ser injusta com o salto de bungee jump e a Travessia Tongariro, que também foram sensacionais. Essa Geleira, junto com a Geleira vizinha chamada Fox, é uma das mais acessíveis do mundo para explorar e está entre as atividades mais populares da Ilha Sul da Nova Zelândia.

Num português bem claro, a Geleira de Franz Josef é um rio de gelo (não de neve) que fica entre um conjunto de montanhas bem mais altas chamadas Alpes do Sul e uma floresta perto da costa. A neve que cai nestes Alpes é empurrada vale a baixo até se compactar em gelo e assim, de camada em camada, formar a Geleira.

Era janeiro de 2009 quando estive por lá. Lembro de ouvir do guia a informação de que a Geleira crescia metros por ano e lembro de ter achado isso o máximo! Pesquisando dados recentes hoje pra colocar aqui no post, encontrei uma notícia de 2012 de um jornal neozelandês dizendo que, na verdade, a Geleira se manteve em ininterrupto crescimento de 1983 até 2008, mas que de 2008 em diante ela começou a recuar, criando inclusive um buraco no meio do gelo. Esse buraco fez com que a trilha, que começava a pé na base da montanha, tivesse que ser adaptada. A partir de 2012, então, um helicóptero passou a levar os turistas montanha acima para fazer a exploração.

A novidade foi boa para os turistas, que ganharam um upgrade no passeio, mas foi mais um baque pro mundo, já que alertou pro atual problema climático global. A esperança é que os registros históricos da Geleira de Franz Josef indicam recuos e avanços do gelo ao longo das décadas. Quem sabe esse vai e vem se repita e ela volte a crescer?! Vamos torcer.

Quem leva?
A empresa Franz Josef Glacier Guides faz o combo helicóptero + caminhada e outros tipos de tour também, como a escalada no gelo (com picareta e tudo mais!) e uma trilha pela floresta que fica no pé da montanha.

Como chegar lá?
A Geleira fica na costa oeste da Ilha Sul do país a poucos quilômetros da estruturada cidadezinha também chamada de Franz Josef. Veja aqui opções de hospedagem e leia comentários dos hóspedes aqui.

Geleira ao vivo
Neste link você consegue ver como está o clima na Geleira ao vivo através de webcams instaladas no local. Espia só!

Parque do Ibirapuera: esporte, lazer e cultura

Parque do Ibirapuera

Pra fechar a série de posts da saga São Paulo (esse é o último, prometo!) trouxe alguns cliques e impressões da minha primeira visita ao Parque do Ibirapuera. Nunca tinha conseguido ir lá por causa de mal tempo, mas dessa vez São Pedro ajudou e então pude conhecer o refúgio verde dos paulistanos.

Gente, que lugar enorme! Fiquei mais de duas horas batendo canela e mesmo assim não vi o Ibirapuera inteiro. Acho que precisaria de pelo menos o dobro de tempo pra completar a visita, já que a área total do parque é de 1.584.000 m², o que dá mais ou menos uns 200 campos de futebol!

O Ibira, como dizem os locais, é o parque urbano mais importante de Sampa. É lugar pra levar o cachorro pra passear, pra fazer piquenique com a criançada, caminhar, correr, pedalar, andar de skate, patins, jogar bola, praticar slakline, yoga e, acreditem ou não, até pegar um bronze.

A parte cultural também tem bastante espaço dentro do parque. Museus, exposições itinerantes e shows musicais fazem parte da programação. Neste dia eu tive a oportunidade de ver a exposição da Chanel ‘The Little Black Jacket’ no espaço da Oca. Uma super produção! Olha só como foi nesse post.

Algumas dicas:
- No portão 10 você pode pegar um mapa do parque pra se orientar melhor.
- Dá pra alugar bicicletas lá dentro. O valor é fixo: R$ 5 a hora. Tem que ter em mãos RG, CPF e comprovante de residência. O bicicletário fica perto do portão 3.

Funcionamento do parque:
Diariamente das 5h à 0h

Você no TDE: Conheça Buenos Aires de bicicleta

Buenos Aires de bicicleta

Oi pessoal! Como estão? Já viram que o blog hoje tá difereeentche, né?! Estamos estreando a tag Você no TDE, um espaço reservado pra vocês leitores contarem as suas histórias de viagem e compartilharem as suas dicas com outros viajantes. Abrimos a série com uma sugestão super bacana do leitor Maurício Aguiar, de Sampa, que fez um tour de bike por Buenos Aires e contou quais pontos turísticos não podem ficar de fora de uma pedalada pela cidade.

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Salto de paraquedas em Mission Beach

Saudações aéreas Internet! Depois de mostrar aqui o momento de maior pânico valentia da minha vida (o meu salto de bungee jump!), trouxe hoje o registro da segunda (e última, prometo mãe!) dose de bravura da minha história: o meu salto de paraquedas.

Fiz o salto em Mission Beach, uma praia tranquilíssima do estado de Queensland, na Austrália. A cidade fica entre Townsville e Cairns e é um lugar com um visú super privilegiado porque fica numa região de duas áreas consideradas Patrimônio da Humanidade: a Grande Barreira de Corais e a Floresta dos Trópicos Úmidos.

Na Austrália são inúmeros os locais onde é possível fazer salto de paraquedas (praticamente em toda cidade da costa leste, pelo menos, dá). Escolhi fazer o salto em Mission Beach porque… (alguém ainda lendo?!) … porque queria ver a Grande Barreira lá de cima. Agora me pergunta se eu tive condições de contemplar o visual? =\ Que nada! Só fui ver depois nas fotos.

Um pouquinho de como foi
Uma “leve” ansiedade de pular de um avião a 4.400 metros de altura me acordou às 5h da manhã e não me deixou mais dormir. Mais tarde pela manhã, uma van da empresa onde eu tinha reservado o salto me buscou no albergue e lá fomos nós, eu e meu nervosismo disfarçado de sorriso amarelo, rumo ao centro de treinamento da companhia. Uma breve (breve mesmo) aula de como “se comportar” no ar foi dada aos aspirantes a paraquedistas e em pouco tempo já estávamos rumando o alto.

Quatro japoneses embarcaram comigo no mesmo aviãozinho, além dos caras que iriam nos levar avião afora. Lá em cima, o barulho alto não permitia trocar mais ideia. Os sinais para 1. colocar o óculos, 2. ir para a saída do avião e 3. vai com Deus foram avisados por luzes coloridas que acendiam dentro da cabine. O resultado foi esse aí debaixo: pose de “sou corajoso” na porta do avião, bênção antes de saltar e closes ótimos da ação lift do vento na nossa pele. #sóquenão!

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