Formações rochosas curiosas que vi por aí

Formações rochosas curiosas

Esta não é a Wave Rock legítima da Austrália, mas pra mim se parece mais com uma onda do que a rocha verdadeira! Olha só essa crista! Rsss… A formação que leva o nome de Wave Rock (“Rocha de Onda”, em inglês) fica no estado da Austrália Ocidental próximo à cidade de Hyden. Já esta da foto fica no meião do Outback nos contornos do Uluru.

Formações rochosas curiosas

Esta é a Split Apple Rock, “Rocha da Maça Partida”. Fica na Ilha Sul da Nova Zelândia dentro do Abel Tasman National Park. A rocha é de granito e ninguém sabe ao certo quando ela se partiu. Mistério…

Formações rochosas curiosas

Pomba da paz. Quem concorda? Me deparei com essa silhueta dentro de uma pequena caverna na beira da praia Cala Mitjana, em Menorca, na Espanha. Que eu saiba esta formação não é famosa, mas me prendeu a atenção quando vi. Será que posso batizar?!

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Trilha ecológica em Campo Grande: Parque Estadual do Prosa/CRAS

Parque do Prosa

Não sei se me sinto orgulhosa ou desnaturada de dizer que este é o primeiro post da minha cidade aqui no blog… Posso sentir as duas coisas, produção?! kkkk #indecisa! Sentimentos à parte, hoje eu vim contar sobre um passeio natureba muito gostoso (e de graça) que tem pra fazer em Campo Grande e que há poucos dias eu fui conferir: a trilha ecológica do Parque Estadual do Prosa, um passeio guiado por uma área de preservação natural no meio da cidade.

O Parque foi criado em 2002 com o objetivo de preservar amostras de ecossistemas do cerrado, bioma típico da região centro-oeste do Brasil. Lá, então, são encontrados plantas e animais silvestres que fazem parte da fauna e flora da região. Bacana, né? O Parque é aberto pra visitação e pode ser explorado para fins de pesquisa científica, educação ambiental, recreação e ecoturismo.

E… falando em ecoturismo lá fui eu tirar a minha boot do armário e encarar uma trilhinha no sábado de manhã. Eu, que já tinha adorado a ideia de ir pro meio do mato, fiquei muito surpresa com a qualidade e a organização do serviço oferecido.

A trilha dura em média 1h30 e é feita na coordenação de um técnico da reserva. No primeiro momento, o grupo faz uma caminhada na mata fechada enquanto o guia mostra e fala sobre as plantas nativas encontradas pelo caminho. Em seguida, um pequeno auditório no meio da reserva nos convida a ouvir sobre os animais silvestres do cerrado. Depois disso, somos guiados até uma área muito interessante que mostra a junção dos córregos Joaquim Português e Desbarrancado, que dão origem ao Córrego Prosa.

Por fim, seguimos para o CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), um espaço dedicado a tratar animais que estão machucados e devolvê-los saudáveis aos seus habitats naturais. O Centro recebe animais atropelados, resgatados de incêndios e de outros acidentes, além de animais apreendidos com o tráfico. Até a minha mãe já levou um pássaro com asinha quebrada pra lá! :) Na visita, vimos desde araras azuis, tucanos e outras aves até antas, macacos e onças pardas. Um passeio e tanto!

Informações úteis:

- Pra fazer o passeio é preciso agendar com antecedência pelo telefone (67) 3326-1370.
– O grau de dificuldade da trilha é leve (levíssimo), portanto crianças podem fazer o passeio.
– Calça comprida e sapato fechado são obrigatórios.

Mergulho com golfinhos selvagens na Nova Zelândia

Mergulho Golfinhos Nova Zelândia

Que loucura, né?! Eu também achei quando soube dessa possibilidade. Nadar com golfinhos em mar aberto realmente nunca esteve nem nos meus planos mais ambiciosos. Pois bem, em Kaikoura, cidadezinha da ilha sul da Nova Zelândia, esse encontro é possível.

Empresas como a Encounter Kaikoura levam os turistas pro alto mar em busca de um (bando? cardume? não, não existe coletivo para golfinhos)… em busca de uma multidão deles e ancoram seus barcos assim que avistam uma. São centeeenas de golfinhos juntos! Chega a dar um medão medinho de pular na água.

A adrenalina bate mesmo quando eles vêm na nossa direção! Como eles são selvagens, ou seja, não domesticados, a interação é um pouquinho “bruta” demais kkk! Pode rolar um empurrãozinho de pele emborrachada sem querer, mas nada que chegue perto de machucar.

Eu tentei registrar o momento debaixo d´água com uma máquina aquática descartável, mas nenhuma foto prestou. A minha dica é que você ouça a dica do instrutor do barco e não tente tirar fotos do mergulho porque não vai ter sucesso kkk. O melhor a fazer é curtir o momento e guardar as imagens só na lembrança!

Momento biologia: Os golfinhos que habitam a costa de Kaikoura são chamados golfinhos-do-crepúsculo ou golfinhos-cinzento. Eles têm o bico bem curtinho e a barriga clara e são daqueles que curtem um salto ornamental. Viu a foto do fofito ali em cima? Uma graça, né?!

Quando fazer o passeio? Ao longo de todo o ano os golfinhos podem ser avistados por lá, mas no verão, por motivos óbvios, entrar na água fria da Nova Zelândia é bem mais agradável.

Quanto custa? NZ$ 170 (cerca de R$ 300) pra nadar ou NZ$ 90 (R$ 160) pra assistir. $im, caro!!

Bônus! Se tiver sorte, pode ser que você veja outros animais marinhos durante o passeio! Orcas (baleias assassinas) e focas fofas estão nessa lista.

Só pra encerrar… Já postei aqui sobre mergulho com golfinhos em Cancun. Se você achou este da Nova Zelândia wild demais, vai morrer de amores por esta outra modalidade!

Jardim Botânico de Curitiba

Estive em Curitiba no último final de semana e pra minha alegria a previsão do tempo não foi tão fiel. A chuva e o frio esperados até chegaram, mas deram uma trégua na manhã de domingo e deixaram o dia com cara de “passeio no parque”. Acordei com uma frestinha de sol tímida e não pensei duas vezes… Lá fui eu com mochila, máquina e disposição-de-pegar-ônibus conhecer o Jardim Botânico de Curitiba, a famosa estufa e seus jardim geométricos.

A simetria dos jardins lembra o Jardim do Palácio de Versalhes, quem conhece? Não é a toa que lembre, já que o parque foi criado à imagem dos jardins franceses.

A Estufa, o grande símbolo do parque, é feita de ferro e vidro e abriga 50 exemplares da floresta atlântica do Brasil. A arquitetura foi inspirada em um palácio de cristal que existiu em Londres, no século 19.

Além da Estufa, o Jardim tem também outros cantinhos que valem a visita: Museu Botânico Municipal, Velódromo, Jardim das Sensações e esse debaixo: as Cerejeiras do Japão, meu jardim preferido ♥

O parque é super novo, vai fazer 22 anos em outubro. Foi inaugurado em 1991, tem 245 mil m² e é hoje um dos (se não for o) principal cartão-postal da cidade.

Onde fica?
Rua Eng° Ostoja Roguski, s/n° – Jardim Botânico
Tel: (41) 3264-6994 (administração) / 3362-1800 (museu)

Horário de funcionamento?
Das 06h00 às 21h00 > durante o horário de verão
Das 06h00 às 20h00 > durante o horário de inverno

Como chegar de ônibus?
Expressos Centenário/Campo Comprido e Centenário/Rui Barbosa: descem ao lado do Jardim.
Linha Cabral/Linha Alcides Munhoz (ponto Al.Dr.Muricy): Descem em frente ao Jardim.

Mergulho com golfinhos em Cancun

Mergulho com golfinhos em Cancun

Mergulho com golfinhos em Cancun

Mergulho com golfinhos em Cancun

Mergulho com golfinhos em Cancun

Nadar com golfinhos é um passeio muito popular pela região do Caribe e é uma experiência super fofa. Eles beijam, cantam, brincam, fazem acrobacias, se fingem de mortos… uma graça! Só não é tão perfeito assim porque eles deixam de viver no marzão de Deus e são criados em ambientes “que imitiam o habitat natural”. Yeah, ok!

Nas redondezas de Cancun são vários os lugares pra fazer esse passeio. Eu fiz na Isla Mujeres durante um bate-volta pra ilha. A Dolphin Discovery é uma das várias empresas que realizam o passeio na região (foi com ela que fiz). Dá só uma olhada:

Legal, mas quanto custa? Pelo menos uns U$ 100 por pessoa, fora mais um tanto se quiser levar as fotos pra casa.

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