Onde ir em Sydney? 4 dicas e várias atrações

Roteiro de Viagem Sydney

Roteiro de Viagem Sydney

Roteiro de Viagem Sydney

Roteiro de Viagem Sydney

Ahh… Sydney! Amor à primeira vista. A melhor cidade do mundo até que outra me prove o contrário. Quando estive na Austrália meu plano de ficar duas semanas na cidade foi drasticamente alterado para dois meses. Dois meses que facinho facinho podiam virar dois anos que eu nem ligaria.

Tem tanta coisa legal pra fazer em Sydney que deveria ser crime fazer uma viagem de poucos dias pra lá. São parques, zoológicos, praias, bairros culturais, galerias de arte, atrações modernosas, baladas, restaurantes, compras etc e etc… Difícil não morrer de amores. ♥

Enfim… Depois de muita indecisão (e diasss trabalhando neste post #tôzureta! kkk), elegi quatro passeios que na minha opinião reúnem um pouquinho de tudo que a cidade tem de melhor e fazem valer a viagem até lá. Espero que aprovem!

1. Passear pelo bairro Circular Quay é a maneira mais tradicional e mais vibrante de começar o roteiro pela cidade. É lá que estão a Sydney Harbour Bridge e o Opera House, a famosa dupla dos cartões-postais. A região está sempre movimentada com turistas e com navios chegando e partindo do porto a todo momento. Entre as duas atrações ficam bons restaurantes com vistas privilegiadas – boa pedida pro pit-stop do almoço (tem uma dica legal de restaurante neste post aqui).

Algumas opções pra incrementar a passagem pelo Circular Quay são: 1.escalar a Sydney Harbour Bridge (escalar mesmo! saiba mais aqui) e 2.conhecer o Opera House por outro ângulo – por dentro. Se você não tiver como assistir a um espetáculo, show ou apresentação de dança que esteja em cartaz, vale a pena fazer o tour guiado durante o dia pra conhecer a arquitetura interna da casa. É impressionante!

2. Turistar pelo bairro Darling Harbour era um dos meus programas favoritos em Sydney! Ele é um daqueles lugares feitos pra arrancar grana de turista: atrações mega produzidas por todo o lado, restaurantes e barzinhos top e lojinhas de souvenir. Podem me julgar, eu não ligo! Eu me amarro em lugares assim! #consumidoravoraz

Sabe aquela foto abraçado com um coala que você sempre sonhou em tirar? Então, em Darling Harbour você pode fazer isso. O Wild Life Sydney Zoo fica lá e te dá essa opção. Ele é um zoológico bem bonitão apesar de não muito grande, mas que tem todo o resto da bicharada australiana que você não pode ir embora sem ver – os amados cangurus, os crocodilos de 5 metros, etc. Do ladinho do Zoo, fica o Sea Life Sydney Aquarium, um aquário artificial bacanérrimo também com mais de 700 espécies de animais, incluindo raias gigantes e tubarões. Ui, que meda!

Encontrar um lugar legal pra comer por lá é fácil, é só apontar o dedo pra qualquer direção. Não quero te influenciar, mas se você for no Pancakes on The Rocks vai fazer uma boa escolha!! Rss. Minha sugestão do menu: Devils Delight. É de comer rezando! Fica no Shopping Harbourside.

3. Sydney tem tudo de uma grande metrópole, mas não deixa de ser beira mar. Uma sugestão minha é que você não deixe de conhecer pelo menos uma de suas 70 praias. Bondi (pronuncia-se “Bondai”), Coogee (“Cugí”) e Manly estão entre as queridinhas.

A Bondi to Coogee Coastal Walk é uma caminhada de 6 km que beira o litoral entre as duas praias. O percurso é bem popular, de graça e belíssimo – dura em média 2 horas. Se não quiser puder fazer a caminhada, deixe se envolver pela vibe dessas duas praias. Peça um suco natureba nos quiosques de 1º mundo do outro lado da rua e tome de frente pro mar ou sente-se em uma das cafeterias badaladas por algumas horas como fazem os locais.

Pra ir até Manly é preciso pegar um Ferry Boat lá no porto de Circular Quay (onde fica o Opera House). A praia é bem gostosa, o clima da vila é bem praieiro e, de quebra, tem o melhor restaurante tailandês que eu já experimentei na minha vida: o Manly Thai Gourmet!

4. Pode ser que você curta um bate-volta em Blue Mountains se quiser aprender um pouco sobre a cultura aborígene (os indígenas australianos) e fugir um pouco da loucura da cidade grande. Como o nome já diz, a região é montanhosa e azul por causa do óleo que é liberado pelas folhas das árvores de eucalipto presentes na vegetação.

As Three Sisters são o ponto alto da visita. Reza a lenda aborígene que três irmãs foram transformadas em pedra pelo seu pai para protegê-las de um monstro da montanha. Cangurus e alguns aborígenes podem ser vistos pela redondeza. Trilhas ecológicas e outras atividades ao ar livre são outras opções de passeio por lá nesse dia light.

Blue Mountains fica a 1h30 de carro de Sydney. É facinho achar empresas que vendam pacotes de excursão pra lá.

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Roteiro de duas semanas pela Austrália e Nova Zelândia

Roteiros de viagem fora do convencional

InTrip

Genial essa ideia, né?! Nada como explorar uma cidade fugindo de roteiros convencionais. Quando fui convidada pra conhecer o INTRIP confesso que custei um pouco pra entender como tudo funcionava, mas foi só dar uma navegadinha pelo site que logo me encantei pela proposta. O INTRIP sugere um novo modo de fazer turismo: ele propõe que viajantes descubram lugares diferentes dos pontos turísticos tradicionais tendo como guias os próprios moradores locais.

O site funciona como um intermediador da contratação das experiências: disponibiliza os passeios oferecidos pelos guias anfitriões (devidamente cadastrados na empresa), faz a reserva do guia de acordo com a data escolhida pelo viajante, recebe o pagamento pelo passeio via Pagseguro e pronto… Promove cultura de um jeito inovador! Esse vídeo aí debaixo explica direitinho o vai-e-vem do processo:

O mais bacana disso tudo é ter a possibilidade de conhecer cantinhos secretos da cidade que você não teria acesso tão fácil. O Rio de Janeiro, por exemplo, tem muito mais do que Pão de Açúcar e Cristo Redentor! Dá só uma olhada nas experiências que o INTRIP oferece pra gente curtir a cidade maravilhosa:

intrip

O site ainda está na fase beta e por enquanto só oferece passeios no Rio. Pelo que eu sei, muito mais vem aí! \o/ Que venham as próximas cidades!

Este é um post patrocinado.

O que fazer em Amsterdã: atrações imperdíveis e segredos de viajante

Se você é da turma que curte uma muvuca, 2013 é o ano pra visitar Amsterdã! A cidade vai estar em festa o ano todo porque comemora vários marcos históricos do seu povo. Entre as principais celebrações estão o aniversário de 400 anos dos canais de Amsterdã, a reabertura do principal museu do país e a recepção de um novo rei e uma nova rainha da Holanda. Tá bom ou quer mais?! (se quiser mais, tem outros oito motivos aqui – em inglês).

Inspirada nisso fiz uma seleção do que é de lei conhecer na cidade e, no final, reuni dicas de um blogueiro brasileiro que mora em Amsterdã e que tem conselhos de ouro pra aproveitar bem o destino. Tá tudo aí:

O que fazer em Amsterdã

O que fazer em Amsterdã

1. Indicar um passeio de barco pelos canais de Amsterdã pode parecer clichê (e é!), mas não deixa de ser a atração que mais tem a cara da cidade. Pode ser, inclusive, a primeira coisa a se fazer por lá (assim como eu fiz), já que o passeio dá um panorama legal dos principais pontos de visitação e conta um pouquinho da história da cidade. Tem passeios diurnos, noturnos e até com jantar a luz de velas Romantic! São várias as companhias que fazem o trajeto. Uma delas é a Amsterdam Canal Cruises, que tem barcos equipados com áudio-guias em 17 idiomas (português é um deles) que passam informações da cidade ao longo do percurso. O passeio de dia custa € 13, o de noite € 15,5o e o com jantar € 62,50.

2. A Casa de Anne Frank é outro clássico de Amsterdã. O passeio tem um quê de sinistro, mas é história pura. O lugar hoje aberto pra visitação foi esconderijo da garota judia Anne Frank e outras sete pessoas durante a Segunda Guerra Mundial até que, depois de 2 anos escondidos do mundo, foram descobertos pelos nazistas e enviados a Campos de Concentração. O diário original escrito por Anne Frank está lá, assim como fotos, documentos e outros objetos pessoais. A Casa abre diariamente às 9h e fecha em horários diferentes ao longo do ano (dá uma olhadinha aqui pra não perder viagem!). Entrada: € 9,50.

3. O Rijksmuseum, o Museu Nacional de História e Arte dos Países Baixos, foi reaberto no dia 13 deste mês com direito a fogos-de-artifício, rainha e chave gigante depois de quase uma década fechado parcialmente pra reforma! É o museu-orgulho da Holanda e está entre os mais famosos do mundo. Dizem que ficou léndo depois da restauração! Reúne em 80 salas 8 mil obras que marcam 800 anos de história artística holandesa (de 1200 a 2000 dC). Todas as peças do acervo foram mudadas de lugar, com exceção única pra “A Ronda Noturna”, de Rembrandt. Visita obrigatória! Quanto custa? € 15.

4. Outra atração cult da cidade é o Museu Van Gogh. Não dá pra estar lá e não ir, né? É o maior acervo mundial do mestre do impressionismo com mais de 200 pinturas, 400 desenhos e várias cartas que trocou com o irmão. A história de vida polêmica de Van Gogh, que inclui depressão, corte da orelha, clínica psiquiátrica e suicídio, pode ser acompanhada fase a fase pelas diferentes técnicas usadas nas suas pinturas. Pobre Van Gogh… Só teve uma obra vendida em vida! Depois que morreu, teve tela sua comprada por até U$ 82 milhões. Que ironia! Entrada: € 15.

5. O temido (ou querido, dependendo da sua intenção) Bairro da Luz Vermelha (ou Red Light District) está na minha lista de atrações imperdíveis em Amsterdã apesar da fama de sexo, drogas e rock´n rol. Fazer o que se ele é a cara da Holanda? Sim, é lá que ficam as janelas com ‘profissionais do sexo’ semi-nuas legalmente expostas pra rua, os coffee-shops com maconha no cardápio, sex shops etc e tal. Contuuudo, não deixa de ser uma visita in-loco à cultura da liberdade tão característica da Holanda (kkk que forma mais polida de falar do Bairro da Luz Vermelha!). A minha passagem por lá foi express. Como estava sozinha fiquei com receio (medão mesmo!) de perambular como se estivesse num shopping. Acho que se fosse com um grupo conheceria mais o lugar. Fica aí a dica pra mulherada.

O que fazer em Amsterdã

Outras atividades que valem o seu tempo

6. Como você bem deve saber, Amsterdã tem mais bicicleta do que gente! E, estando lá, por que não se juntar aos locais e alugar uma malegra pra dar um rolé na cidade? Uma dica é passear pelo Vondelpark, o parque mais popular da cidade. Nada mais típico!

7. Se tiver um dia free, recomendo demais pegar um trêm e fazer um bate-volta em Haarlem, cidadezinha muito simpática que fica a 15 minutos de Amsterdã. Já fiz um post exclusivo sobre ela aqui.

8. Minha última dica é a visita ao moinho de vento em operação The Sloten Windmill e o caminho a pé da estação de bonde até lá! Esta foi a minha descoberta master de quando estive em Amsterdã. Queria muito conhecer um moinho e soube de um que ficava bem afastado da cidade. Peguei o bonde até a última estação da linha 2 (Nieuw Sloten) e em 1 hora estava em um lugar completamente diferente de toda Amsterdã que tinha visto. Nada na rua, nem gente, nem carro, só flores, bicileta na porta das casas tipicamente holandesas e silêncio, muito silêncio. O caminho da estação até o moinho foi longo (levou 1 hora) e a única coisa que me guiava até lá eram plaquinhas pregada nas árvores indicando o caminho. Foi uma aventura e valeu demais a pena!

Dicas valiosas de um brazuca em Amsterdã

Descobri hoje um blog que me deixou até envergonhada de fazer esse post kkk! O blog se chama Ducs Amsterdam e é escrito por Daniel Duclos, um brasileiro que mora desde 2007 na cidade. O cara sabe todas as manhas de lá e passa tudinho nos seus textos super bem escritos e informativos. Seria covardia não dividir isso com vocês! Vão aí algumas das várias dicas do Daniel pra se dar bem na cidade. Divirtam-se:

Dicas práticas de Amsterdam

O transporte público em Amsterdam: como usar

5 Dicas locais de Amsterdam que os turistas em geral não conhecem

Os melhores pubs pra beber cerveja como os locais bebem em Amsterdam

Passeio a pé pelo centro histórico de Amsterdam no rastro do antigo muro medieval da cidade

O que comer em Amsterdam – comidas típicas

Dicas de restaurantes em Amsterdam

Roteirão: 4 dias em Paris!

Atendendo a um pedido muuito especial, preparei um roteiro de quadro dias em Paris ♥! Tem de tudo um pouco: história, arte, arquitetura, jardins, compras, cafés, boemia. Ficam aí as sugestões do que conhecer e algumas tips pra aproveitar bem a cidade luz. O resto é com vocês!

*Legenda RER: trem urbano

DIA 1: Arco do Triunfo, Champs-Elysées e Mouling Rouge

1. VISITAR O ARCO DO TRIUNFO
Info express: É um símbolo da nação francesa, um monumento construído em homenagem às vitórias do exército militar de Napoleão Bonaparte na Primeira Guerra Mundial. Lá fica o túmulo do Soldado Desconhecido. Além de circular pelo Arco na base e ver de perto a história da França, vale a subida no monumento pra conseguir uma visão panorâmica de Paris. Ótima opção pra começar a turistada na cidade!

Horário de funcionamento: 1° de abril a 30 de setembro (10h às 23h) | 1° de outubro a 31 de março (10h às 22h30)
Como chegar de metrô: Estação Charles-de-Gaulle-Etoile (linhas 1, 2 e 6)
Como chegar de RER: Estação Charles-de-Gaulle-Etoile (linha A)
Ingresso para subir no monumento: Adulto (€ 9,50) | Tarifa reduzida (€ 6)
Guia da visita para imprimir em português: clique aqui

Arco do Triunfo

2. PASSEAR/COMPRAR/COMER NA CHAMPS-ELYSÉES
Info express: É a avenida mais refinada da cidade e uma das mais famosas e belas do mundo! Cafés, boutiques luxuosas e cinemas preenchem seus quase 2km de comprimento. #TudoDeBom! Ela começa no Arco do Triunfo e vai até o Museu do Louvre. Saindo do Arco, é só seguir o fluxo rua abaixo.

Champs Elysees

3. ASSISTIR AO SHOW DO MOULIN ROUGE
Info express: É o mais famoso cabaré de todos os tempos! Em mais de 120 anos de história, mantém o mesmo glamour das apresentações de antigamente. Champagne e can can pra abrir a noite parisiense! Tem escolha melhor?!

Horários do show: Às 21h ou às 23h
Como chegar de metrô: Estação Blanche (linha 2)
Endereço para ir de taxi: 82 Boulevard de Clichy, 75018
Ingresso do show + jantar + 1/2 garrafa de champagne: Adulto (de € 175 a € 200)
Ingresso do show + 1/2 garrafa de champagne:
Adulto (€ 105)
Ingresso do show apenas: Adulto (€ 95)
Comprar ingressos online: http://www.moulinrouge.fr/reservations/index.html
*DICA: Vale a pena comprar o ingresso com antecedência pela Internet para garantir.

Moulin Rouge

DIA 2: Torre Eiffel e Catedral de Notre Dame

1. SUBIR NA TORRE EIFFEL
Info express: Principal símbolo de Paris! Não tem como não ir até ela. Tem 324m de altura e três níveis de andares para visitação. No segundo nível tem um restaurante. Fica a sugestão para almoço na Torre. Que chique! #EuQuero.

Horário de funcionamento: 15 de junho a 1° de setembro (9h à meia-noite) | resto do ano (9h30 às 23h)
Como chegar de metrô: Estação Bir-Hakeim (linha 6) ou Trocadéro (linha 9)
Como chegar de RER: Estação Champs de Mars – Tour Eiffel (linha C)
Ingresso para subir de elevador até o 2° andar:
Adulto (€ 8,50) | Jovem até 24 anos (€ 7)
Ingresso para subir de elevador até o topo: Adulto (€ 14) | Jovem até 24 anos (€ 12,50)

Torre Eifeel

2. RODEAR, ENTRAR E SUBIR NA CATEDRAL DE NOTRE DAME
Info express: Famosa catedral com estilo medieval gótico e outro grande símbolo de Paris. A igreja foi erguida em homenagem à Maria, mãe de Jesus. Agora em 2013 ela vai completar 850 anos! As gárgulas (aquelas simpáticas estátuas do filme do Concurda de Notre Dame) ficam no topo da construção. Vale pagar o ingresso pra subir na torre e ver Paris lá de cima, mesmo que a subida dependa de 387 degraus sem elevador.

Horário de funcionamento: Das 8h às 18h45 diariamente (até 19h30 aos sábados e domingos)
Como chegar de metrô: Estação Châtelet (linhas 7, 11 e 14)
Como chegar de RER: Estação Saint Michel – Notre Dame (linhas B e C)
Ingresso para subir na Torre da Catedral: Adulto (€ 8,50) | Tarifa reduzida (€ 5,50)
*DICA: Aos domingos, às 10h, acontece uma missa gregoriana na Capela da Catedral.

Notre Dame

DIA 3: Museu do Louvre e Jardim de Luxemburgo

1. PASSAR HORAS NO MUSEU DO LOUVRE
Info express: Quem nunca viu essa pirâmide de vidro aí? O Louvre é um dos museus mais famosos do mundo. Monalisa, Vênus de Milo, coleções enormes do Egito Antigo e muito mais (muito meesmo) estão lá. É um pecado não passar pelo menos meio dia descobrindo o museu!

Horário de funcionamento: Segunda, quinta, sábado e domingo (9h às 18h) | quarta e sexta (9h às 21h45) | terça (fechado)
Como chegar de metrô: Estação Palais-Royal–Musée du Louvre (linhas 1 e 7)
Ingresso: Adulto (€ 12,10)
*DICA: Como o Louvre é enorme, é praticamente impossível conhecê-lo por inteiro em uma só visita. A sugestão é direcionar o passeio pelas obras que quer ver primeiro para não deixar nada de importante para trás. Na entrada tem folhetos em português com o mapa do museu.

Louvre

2. PASSEAR PELO JARDIM DE LUXEMBURGO
Info express: É o maior parque público de Paris e um dos preferidos pelos locais pra tomar uma fresca, ler um livro ou dar uma corridinha. Na primavera, as flores fazem o trabalho de deixá-lo coloridíssimo. No inverno, a neve dá aquele toque europeu.

Como chegar de metrô: Estação Odéon (linha 4)
Como chegar de RER:
Estação Luxembourg (linha B)

Jardim de Luxemburgo

DIA 4: Palácio de Versalhes e Montmartre

1. CONHECER O PALÁCIO E O JARDIM DE VERSALHES
Info express: Foi um castelo da família real da França. Só pra dar uma noção do tamanho: tem 700 quartos! O jardim é igualmente imenso. Um trenzinho leva os turistas pra conhecer a área toda. É lindo demais!

Horário de funcionamento do Palácio: Das 9h às 17h30 diariamente (fechado às segundas-feiras)
Horário de funcionamento do Jardim: Das 8h às 18h diariamente
Como chegar de RER: Estação Versailles-Rive Gauche (linha C). É a ultima estacão da linha, fica a 5 minutos a pé do Castelo de Versalhes.
Ingresso passaporte (inclui Palácio, Jardim, Trianon e Domínios da Marie-Antoinette): Adulto (€ 18)
*DICA: Em alta temporada, a fila para entrar no palácio é enoorme. Chegando no local de manhã cedo, compensa enfrentar alguns minutos de fila e conhecer o Palácio primeiro. Chegando à tarde, sugiro ir primeiro para o Jardim (e se quiser para as outras atrações do local) e depois voltar à frente do Palácio. Provavelmente neste horário a fila estará bem menor.

Palácio de Versalhes

2. CONHECER A “VELHA PARIS” NO BAIRRO MONTMARTRE
Info express: Típico bairro parisiense com artistas de rua (pintores e músicos), bares, restaurantes, creperias e cafés. Bom para passear sem pressa e fazer compras de souvenirs. Lá fica a Basílica Sacré-Coeur (outro ponto de visitação). Sugestão pra fechar a viagem em clima boêmio!

Como chegar de metrô: Estação Anvers | Sacré-Coeur (linha 2)

Montmartre

Tudo muito lindo, né?! Se alguém tiver alguma outra dica, é só deixar nos comments. Beijos, au revoir!

Roteiro 3 dias em Roma

Visitar Roma é experimentar o túnel do tempo. É onde se consegue ver a história a olho nu, sem precisar de livro, foto ou conto. A cidade é um museu a céu aberto, não à toa é chamada de cidade eterna! Pros católicos então, Roma tem ainda um quê a mais: é a sede da religião no mundo.

Passei 3 dias conhecendo a cidade e, de quebra, vi o Papa! Rss. De tudo que conheci, tudo recomendo (incluindo as massas, taças de vinho e gelatos). Não acredito que dá para conhecer Roma em 3 dias, nem em 5, nem 10. Mesmo assim, sei que geralmente é o tempo que se tem pra fazer a viagem acontecer.

Roteiro 3 dias em Roma

Dia 1 – Roma Antiga: caminhando entre as ruínas romanas

1. Coliseu. Famoso anfiteatro do século 1° d.C. que sediava combates mortais entre gladiadores e animais selvagens. A arena suportava 55 mil pessoas! Lá aluguei um áudio-guia para fazer a visita. Valeu muito a pena! Tem um post especial sobre ele aqui.

2. Palatino e Fórum Romano. É onde a sensação de estar no passado é mais presente! O Palatino é o local onde a aristocracia romana morava e onde os imperadores erguiam seus palácios. O Fórum Romano foi o centro da vida política, comercial e judicial da Roma Antiga. Os espaços ficam lado a lado, por isso a visita pode ser feita de uma só vez.

Dia 2 – Vaticano: arquitetura, história e religião

1. Basílica de São Pedro. É o santuário católico mais importante do mundo. É lá que fica o túmulo de São Pedro, indicado por Jesus para iniciar a sua igreja e dar continuidade aos seus ensinamentos. “Jesus disse: Tu és Pedro e sobre essa pedra edificarei a minha Igreja” Mt 16:18. Para religiosos ou não, a visita impressiona. A Catedral é imponente por fora e por dentro. A estátua de Pietà de Michelangelo fica logo na entrada. Vale a visita ao domo e ao subsolo, onde estão os túmulos dos papas que já passaram pelo legado – inclusive do Papa João Paulo II. Atenção: é proibida a entrada com as pernocas e ombros de fora (short, saia e regata never).

2. Museus do Vaticano. Entre inúmeras obras, é lá que fica a Capela Sistina. Dica: se a sua intenção é conhecê-la, vá direto em direção a ela quando chegar. Como o acervo dos Museus é imenso, é praticamente impossível ver tudo de uma só vez. Só de fazer o caminho até a Capela (eu levei 2h até chegar lá) dá pra conhecer muita coisa!

Dia 3 – Praças e afins: uma caminhada pelas ruas de Roma

1. Scalinata di Spagna e arredores. Escadaria agradável que liga a Piazza di Spagna à Igreja Trinità dei Monti. Lá é ponto de encontro de turistas e moradores. Por perto, ficam lojas elegantes da cidade.

2. Fontana di Trevi. É a fonte mais famosa da Itália e, provavelmente, do mundo. Segundo a tradição, quem jogar uma moeda nela voltará à cidade no futuro (eu garanti o meu retorno!).

3. Pantheon. É o “templo de todos os deuses”. É a construção antiga mais bem preservada da cidade. Uma abertura redonda no topo do templo é a única passagem de luz. Em frente ao Pantheon, ficam bares e restaurantes. Parada gostosa para um expresso italiano a qualquer hora!

NUNCA É DEMAIS LEMBRAR…

Ingressos e filas: Chegue cedo às atrações. Filas quilométricas são comuns em alta temporada. Em atrações conjuntas, como as três da Roma Antiga, por exemplo, compre um ingresso combo (além de não perder tempo enfrentando várias filas, sai mais barato).

Informação: Tenha em mãos um guia de viagem com as curiosidades de onde está passando. De nada adianta estar em frente a um monumento da história e não saber o que aconteceu nele. Já ví em uma entrevista que o Zeca Camargo não concorda com isso rss, mas eu apóio o movimento! Guias na mão, já!

ONDE COMER…

Trastevere é o bairro boêmio de Roma, com ruas estreitas de paralelepípedos e casas medievais. Perfeito para una buona cena!

Esse foi o roteirinho express de Roma! Mais pra frente dedico um post especial a cada atração. Arrivederci!

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