Praia Whitehaven, nas Ilhas Whitsunday

Whitehaven Beach

Melhor nome não teria pra essa praia deusa! Whitehaven significa refúgio branco em inglês e é bem isso que esse pedacinho de terra no Oceano Pacífico é. A areia da praia é praticamente inteira composta por sílica, o componente principal do vidro, o que deixa a areia fina, limpa e branquinha assim (algum químico aí me ajuda a explicar isso melhor? kkk). O visu fica completo com a água cristalina do mar e com a distância do agito do mundão.

A praia é frequentemente elegida como uma das top do planeta. Agora em 2013 ficou em 1° lugar no ranking das melhores praias da Austrália e em 3° na seleção das melhores do mundo na opinião dos viajantes (que é sempre a mais fiel) do Trip Advisor. Na minha opinião de rata de praia está na lista das top 5 que já ví!

Onde fica?

A Whitehaven Beach fica na ilha de Whitsunday, a maior de um conjunto de 74 ilhas que formam as Whitsunday Islands. Esse aglomerado de mini paraísos fica na região da Grande Barreira de Corais, ao largo da costa de Queensland, no nordeste da Austrália.

Como chegar?

O acesso até a praia é feito por barcos que, na maioria das vezes, partem da cidade de Arlie Beach em excursões pra explorar a Grande Barreira. As excursões levam os viajantes pro alto mar pra passar um, dois, três ou mais dias só mergulhando e curtindo o bem-bom (já falei mais sobre isso tudo aqui. Entra aí!).

Fica então a dica pra quem for turistar pela costa leste da Austrália. Não vai perder essa chance, hein?!

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Coisas que você não sabia sobre Cingapura

Oi pessoal! Estive fora do ar por uns dias, mas foi por um bom motivo: estou trabalhando em dois projetos super bacanas que envolvem o blog e, apesar de estar muerta e com saudades de postar, estou amando as novidades que vêm por aí ♡. Logo logo elas vão pro ar e eu vou poder compartilhar tudinho com vocês e parar de sofrer de ansiedade kkk!

Retomando os trabalhos, hoje preparei mais um post sobre Cingapura. Nada nem ninguém tira o amor que tenho por Cinga, mas como blogueira de viagens que se preze eu não posso deixar de revelar algumas verdades do país goste você ou não:

Coisas que você não sabia sobre Cingapura

1. Ok lah! Cannot lah! Very funny lah! Achou irritante?! Se você for pra Cingapura pode se acostumar com a ideia porque vai ouvir muito lah na cabeça. Colocar a expressão “lah” no final das frases é muito comum entre os cingapurianos (entre os cingapurianos – você não precisa sair falando lah pra se inturmar, ok?). A palavra não tem tradução e nenhum significado ao pé da letra, é só uma interjeição característica dos locais pra enfatizar algo que estão falando.

2. Não existe chiclete normal pra vender em Cingapura. Como assim?! Só chiclete para fins dentários e chiclete de nicotina pra quem quer parar de fumar. Eles só são vendidos em farmácias e pra comprar é preciso dar o nome e mostrar um documento de identificação. Tenso! E olha que a situação já foi pior, hein. Eu explico:

Durante 12 anos (de 1992 a 2004) mascar chiclete foi proibido em Cingapura sob pena de multa de U$ 500 a U$ 1000. Aliás: mascar, comprar, vender, fabricar e importar. (Eu peguei essa lei seca do chicletão nos dois anos que morei lá e sei bem o que foi isso. Uma adolescente sem chiclete, pensa no drama?!). O governo proibiu o produto porque as pessoas não estavam fazendo o descarte correto do chiclete, ou seja, jogando o lixo no lixo (hello Brasil??). O custo que o governo tinha pra manter as ruas limpas e consertar os equipamentos de limpeza eram muito altos. A situação ficou ainda mais séria quando o metrô, principal transporte público do país, passou a não funcionar propriamente por causa dos malditos chicletes grudados nas portas dos vagões. Com tantos danos causados ao patrimônio público, o governo então decidiu em 1992 banir o chiclete no país. E bem que fez! Pensa numa calçada sem nenhuma bolota de chiclete derretida no chão? Uma carteira de escola limpinha? Coisa linda. Em 2004, a lei foi revista e os chicletes para benefícios da saúde foram então liberados.

Abre parênsetes: Esta é só uma das várias medidas radicias que fizeram de Cinga um país exemplo em organização, limpeza e cumprimento de normas. De tantas leis que possui, Cingapura é conhecida como cidade das multas. Pra ter uma ideia, existe multa até pra quem cospe no chão e arranca flor de jardim público. Pega essa!! Outro dia faço um especial só sobre isso…

3. Cingapura tem uma fruta que, de tão fedida, é proibida em ambientes públicos – e se você for pego carregando uma, paga multa, claro. É a durian, conhecida como a fruta com sabor do céu e cheiro do inferno. (Eu coloquei a minha língua na reta pra saber se o sabor era mesmo de céu e não achei nada celetial não…). Só é encontrada no sudeste asiático e se parece com jaca na aparência: é verde, grande e tem uma casca dura e espinhenta. Por dentro, é amarelada e mole. Nhãm?? Kkk #not. Exótica!

Cova d’en Xoroi: Menorca do sunset ao amanhecer

Cova d'en Xoroi

Cova d’en Xoroi é sem dúvida um dos lugares mais loucos que já fui! É um bar/boate que fica dentro de uma caverna na beira de um penhasco em Menorca, na Espanha. De dia é um mirante com vista pra costa sul da ilha. De noite, balada das boas! Independente da hora, você pode pedir um drink (quem sabe uma pomada?!) e curtir um momento chill out nas mesinhas do terraço no lado de fora ou nos lounges do interior irregular da caverna. Te garanto que é um lugar sem igual!

Cova d'en Xoroi

O que fazer em Amsterdã: atrações imperdíveis e segredos de viajante

Se você é da turma que curte uma muvuca, 2013 é o ano pra visitar Amsterdã! A cidade vai estar em festa o ano todo porque comemora vários marcos históricos do seu povo. Entre as principais celebrações estão o aniversário de 400 anos dos canais de Amsterdã, a reabertura do principal museu do país e a recepção de um novo rei e uma nova rainha da Holanda. Tá bom ou quer mais?! (se quiser mais, tem outros oito motivos aqui – em inglês).

Inspirada nisso fiz uma seleção do que é de lei conhecer na cidade e, no final, reuni dicas de um blogueiro brasileiro que mora em Amsterdã e que tem conselhos de ouro pra aproveitar bem o destino. Tá tudo aí:

O que fazer em Amsterdã

O que fazer em Amsterdã

1. Indicar um passeio de barco pelos canais de Amsterdã pode parecer clichê (e é!), mas não deixa de ser a atração que mais tem a cara da cidade. Pode ser, inclusive, a primeira coisa a se fazer por lá (assim como eu fiz), já que o passeio dá um panorama legal dos principais pontos de visitação e conta um pouquinho da história da cidade. Tem passeios diurnos, noturnos e até com jantar a luz de velas Romantic! São várias as companhias que fazem o trajeto. Uma delas é a Amsterdam Canal Cruises, que tem barcos equipados com áudio-guias em 17 idiomas (português é um deles) que passam informações da cidade ao longo do percurso. O passeio de dia custa € 13, o de noite € 15,5o e o com jantar € 62,50.

2. A Casa de Anne Frank é outro clássico de Amsterdã. O passeio tem um quê de sinistro, mas é história pura. O lugar hoje aberto pra visitação foi esconderijo da garota judia Anne Frank e outras sete pessoas durante a Segunda Guerra Mundial até que, depois de 2 anos escondidos do mundo, foram descobertos pelos nazistas e enviados a Campos de Concentração. O diário original escrito por Anne Frank está lá, assim como fotos, documentos e outros objetos pessoais. A Casa abre diariamente às 9h e fecha em horários diferentes ao longo do ano (dá uma olhadinha aqui pra não perder viagem!). Entrada: € 9,50.

3. O Rijksmuseum, o Museu Nacional de História e Arte dos Países Baixos, foi reaberto no dia 13 deste mês com direito a fogos-de-artifício, rainha e chave gigante depois de quase uma década fechado parcialmente pra reforma! É o museu-orgulho da Holanda e está entre os mais famosos do mundo. Dizem que ficou léndo depois da restauração! Reúne em 80 salas 8 mil obras que marcam 800 anos de história artística holandesa (de 1200 a 2000 dC). Todas as peças do acervo foram mudadas de lugar, com exceção única pra “A Ronda Noturna”, de Rembrandt. Visita obrigatória! Quanto custa? € 15.

4. Outra atração cult da cidade é o Museu Van Gogh. Não dá pra estar lá e não ir, né? É o maior acervo mundial do mestre do impressionismo com mais de 200 pinturas, 400 desenhos e várias cartas que trocou com o irmão. A história de vida polêmica de Van Gogh, que inclui depressão, corte da orelha, clínica psiquiátrica e suicídio, pode ser acompanhada fase a fase pelas diferentes técnicas usadas nas suas pinturas. Pobre Van Gogh… Só teve uma obra vendida em vida! Depois que morreu, teve tela sua comprada por até U$ 82 milhões. Que ironia! Entrada: € 15.

5. O temido (ou querido, dependendo da sua intenção) Bairro da Luz Vermelha (ou Red Light District) está na minha lista de atrações imperdíveis em Amsterdã apesar da fama de sexo, drogas e rock´n rol. Fazer o que se ele é a cara da Holanda? Sim, é lá que ficam as janelas com ‘profissionais do sexo’ semi-nuas legalmente expostas pra rua, os coffee-shops com maconha no cardápio, sex shops etc e tal. Contuuudo, não deixa de ser uma visita in-loco à cultura da liberdade tão característica da Holanda (kkk que forma mais polida de falar do Bairro da Luz Vermelha!). A minha passagem por lá foi express. Como estava sozinha fiquei com receio (medão mesmo!) de perambular como se estivesse num shopping. Acho que se fosse com um grupo conheceria mais o lugar. Fica aí a dica pra mulherada.

O que fazer em Amsterdã

Outras atividades que valem o seu tempo

6. Como você bem deve saber, Amsterdã tem mais bicicleta do que gente! E, estando lá, por que não se juntar aos locais e alugar uma malegra pra dar um rolé na cidade? Uma dica é passear pelo Vondelpark, o parque mais popular da cidade. Nada mais típico!

7. Se tiver um dia free, recomendo demais pegar um trêm e fazer um bate-volta em Haarlem, cidadezinha muito simpática que fica a 15 minutos de Amsterdã. Já fiz um post exclusivo sobre ela aqui.

8. Minha última dica é a visita ao moinho de vento em operação The Sloten Windmill e o caminho a pé da estação de bonde até lá! Esta foi a minha descoberta master de quando estive em Amsterdã. Queria muito conhecer um moinho e soube de um que ficava bem afastado da cidade. Peguei o bonde até a última estação da linha 2 (Nieuw Sloten) e em 1 hora estava em um lugar completamente diferente de toda Amsterdã que tinha visto. Nada na rua, nem gente, nem carro, só flores, bicileta na porta das casas tipicamente holandesas e silêncio, muito silêncio. O caminho da estação até o moinho foi longo (levou 1 hora) e a única coisa que me guiava até lá eram plaquinhas pregada nas árvores indicando o caminho. Foi uma aventura e valeu demais a pena!

Dicas valiosas de um brazuca em Amsterdã

Descobri hoje um blog que me deixou até envergonhada de fazer esse post kkk! O blog se chama Ducs Amsterdam e é escrito por Daniel Duclos, um brasileiro que mora desde 2007 na cidade. O cara sabe todas as manhas de lá e passa tudinho nos seus textos super bem escritos e informativos. Seria covardia não dividir isso com vocês! Vão aí algumas das várias dicas do Daniel pra se dar bem na cidade. Divirtam-se:

Dicas práticas de Amsterdam

O transporte público em Amsterdam: como usar

5 Dicas locais de Amsterdam que os turistas em geral não conhecem

Os melhores pubs pra beber cerveja como os locais bebem em Amsterdam

Passeio a pé pelo centro histórico de Amsterdam no rastro do antigo muro medieval da cidade

O que comer em Amsterdam – comidas típicas

Dicas de restaurantes em Amsterdam

InstaWeather, InstaPlace e Instafood

Já mostrei neste post aqui uma seleção de aplicativos de smatphone pra baixar antes de viajar. Hoje vim falar de outros três que são o barato pra fazer uma firulinha nas redes sociais: o InstaWeather, o InstaPlace e o Instafood.

InstaWeather, InstaPlace e InstaFood

O que esse trio faz é projetar um filtro sobre a foto com informações do lugar onde você está (país, cidade, lugar na cidade), de como está o clima e outras gracinhas mais. Todos os três estão disponíveis na AppleStore em versões gratuitas e pagas (U$ 0,99 cada). As gratuitas vêm com menos opções de telas, claro, mas já deixam a gente dar uma brincadinha. Dá só uma olhada!

InstaWeather: É o específico do tempo. Ao todo são 36 filtros diferentes. Todas essas imagens aí foram feitas com a versão gratuita do app.

InstaWeather

InstaPlace: Com 34 filtros, é o mais variado de todos. Tem as telas básicas de localização, outras com tema de viagem (com placas, símbolo de aeroporto, “greetings”) e alguma coisa de comes e bebes. Todas essas imagens também são da versão free.

InstaPlace

InstaFood: É o especial pras comidinhas e o mais enjoado. Na versão gratuita, só permite postar direto no Facebook e no Twitter. Na versão paga, pode enviar também pro Instagram, FourSquare e salvar no Camera Roll. Ao todo são 27 filtros. Esse eu tive que comprar! Hehe.

InstaFood

Fala aí, são ou não são bacaninhas?! :)

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